<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925</id><updated>2011-07-08T20:49:23.964Z</updated><title type='text'>Marketing Axiológico</title><subtitle type='html'>[Interrogado sobre o que havia aprendido com a Filosofia, disse: "A fazer, sem ser comandado, aquilo que os outros fazem apenas por medo da lei"] 
in Diógenes Laércio, Vidas dos Filósofos, Aristóteles</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>165</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-195927868881777026</id><published>2010-04-06T11:17:00.002Z</published><updated>2010-04-06T12:38:21.409Z</updated><title type='text'>A discussão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A verdade é difícil de alcançar.&lt;br /&gt;As discussões sérias e críticas são sempre difíceis. Nelas entram sempre elementos não racionais, tais como os problemas pessoais e outras manobras de diversão.&lt;br /&gt;Muitos participantes numa discussão racional, ou seja, crítica, consideram particularmente difícil terem de desaprender aquilo que os seus instintos lhes ditam (e aquilo que lhes é ensinado por todas a sociedades que debatem): ou seja, vencer. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Pois o que tem e devem aprender é que uma vitória num debate não significa nada, ao passo que a mínima clarificação de um problema que se tenha – mesmo a mais pequena contribuição para uma compreensão mais clara da sua própria posição ou da de um opositor – constitui um grande sucesso. Uma discussão que se vence, mas que não ajuda na alteração ou clarificação da vossa mente, nem que seja só um pouco, deverá considerar-se como uma perda completa. Por isso, nenhuma mudança de posição se deve fazer sub-repticiamente, mas há que, pelo contrário, realçá-la juntamente com as suas consequências exploradas.&lt;br /&gt;A discussão racional, neste sentido, é uma coisa rara. Mas é um ideal importante e podemos aprender a apreciá-la. Não tem por objectivo converter ninguém e é modesta nas expectativas: é suficiente, mais do que suficiente, se sentirmos que conseguimos ver as coisas sob uma nova luz ou que até nos aproximámos um pouco mais da verdade.&lt;br /&gt;Contudo, o maior obstáculo prende-se á falta de racionalidade e da escassa procura pelo bem e pela verdade por parte dos intervenientes.&lt;br /&gt;"Quando se joga com uma equipa má há tendência a cair-se no mesmo jogo", já o dizem os comentadores desportivos, e na política a situação também é comum.&lt;br /&gt;Frente a políticos de verborreia apurada a tendência é cair-se facilmente no mesmo, daí estarmos todos nesta situação de saco roto e de descredibilidade no País inteiro. A diabólica verborreia abafa e varre melhores comportamentos de outros, mas estranhamente, parece-me que as pessoas gostam é disso mesmo, de sofismos! Vai-se lá entender.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Nem todos são iguais. Há quem vá fazendo, há quem vá tendo resultados com o que faz sem levar a taça do protagonismo (que é, aliás, o que deveria interessar menos), taça essa meramente política e que serve de consolo a quem mais não sabe do que usar a língua e manipular informação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Há quem sabe que há consequências boas fruto do seu esforço e, s&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;ó por isso, já recompensa o esforço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-195927868881777026?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/195927868881777026/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=195927868881777026&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/195927868881777026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/195927868881777026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2010/04/discussao.html' title='A discussão'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-3153664388894582762</id><published>2010-03-22T09:23:00.003-01:00</published><updated>2010-03-22T11:13:52.735-01:00</updated><title type='text'>Projecto Limpar Portugal - Faial mais LIMPO!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;E pronto! Passou-se o sábado, dia 20 de Março, dia da limpeza.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Confesso que apesar de orgulhosa com o que foi feito - 75 toneladas de lixo recolhido no Faial, guardo uma tristeza enorme pelo que ainda ficou por juntar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Há pouco mais de 3 meses para cá que os nossos voluntários têm vindo a fotografar o que há por aí escondido entre matas, ribeiras, etc. Algumas coisas foram, antes do dia 20, recolhidas por responsáveis, talvez por pudor talvez por obrigação (e ainda bem que assim foi) - e outra (a maior parte), retirada este sábado - mas, infelizmente, continua a haver zonas onde o lixo se mantém. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Conseguimos, com menos de 80 pessoas no Faial, passar num terço dos percursos que tínhamos inicialmente programado. Se houvesse mais gente a ajudar teríamos feito quase tudo ou mesmo tudo.&lt;br /&gt;Foi muito importante o que fizemos, vai muito além dum rodapé ou duma notícia num jornal. Parece-me é que as pessoas não entendem a dimensão desta acção talvez porque estejam "formatadas" para assuntos menores. Bom, se cuidar do nosso Ambiente e da nossa Ilha linda não é importante, o que o será?&lt;br /&gt;Conseguimos, com a ajuda&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; de camionetas e dos funcionários da Tecnovia e Tecnovia Ambiente, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Varela Ambiente do Grupo Bensaúde, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Almeida e Filhos, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Câmara Municipal da Horta, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Mais 18"/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Jante 18’’, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Construções Monte Carneiro e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Serviços Florestais, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;com a força e boa vontade da Guarda Nacional Republicana - SEPNA, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; Grupo de Canoagem do CNH, a turma de Ambiente da Escola Profissional da Horta &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;e do Hospital da Horta que também nos deu luvas - fazer o que nos propusemos e duma forma muito bem feita!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Contudo, não teria havido nada disto, nem tão bem feito, se não tivessemos pessoas fabulosas  a coordenar trabalhos em cada freguesia. Foram eles que se organizaram com os responsáveis da Juntas. Também é verdade que houve juntas que ajudaram muito e que sem elas pouco se teria feito, tal como houve juntas que não ajudaram nada (até desajudaram) o que não invalidou o esforço dos voluntários, bem pelo contrário!&lt;br /&gt;Obrigado particularmente ás Juntas que se envolveram desde o início, que disponibilizaram carrinhas, luvas, sacos, pás, enchadas e gente! Gente que foi por vontade! Fizeram toda a diferença.&lt;br /&gt;É a riqueza da diversidade.&lt;br /&gt;Com todo este esforço, esta organização, este tempo sacrificado e retirado das famílias e outros afazeres ao longo destes 3 meses, pensámos que teríamos mais gente a participar, a querer ajudar o Faial a ficar mais limpo.&lt;br /&gt;Não aconteceu. Algo se passa. Os faialenses devem repensar urgentemente o que querem para a sua ilha e depois dessa introspecção, começar a trabalhar para isso. Rezar e falar nos cafés não basta!&lt;br /&gt;Não podem ficar à espera que as coisas aconteçam se não participam nelas. Esta foi mais uma ocasião em que a participação faria toda a diferença. Deixo-vos este "maternalismo" para reflexão.&lt;br /&gt;Da nossa parte, deitámo-nos cansados mas descansados e satisfeitos com a nossa consciência.&lt;br /&gt;O meu obrigado aos incansáveis coordenadores e amigos:&lt;br /&gt;Matriz - Marta Scarlati; Angústias - Manuel Branco; Feteira - Rui Mendes; Castelo Branco - Ana Botelho; Capelo - Joana Rosa; Praia do Norte - Dalila Pombo; Cedros - Helder Costa; Salão - David André; Ribeirinha - Carlos Faria; Pedro Miguel - Marlene Azevedo; Almoxarife - Ana Mendonça; Conceição - Sílvia Lino; Flamengos - Jason Dias.&lt;br /&gt;Obrigado ao Frederico Cardigos pela boa vontade descomprometida com que se voluntariou desde o início. Pela sua amizade,  capacidade de incentivar e por meter mãos à obra!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Obrigado ao meu marido por se envolver tanto e ter ajudado a limpar a Horta que é de todos, obrigado pelo Amor, pelos conselhos e ideias, obrigado à minha família.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-3153664388894582762?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/3153664388894582762/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=3153664388894582762&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/3153664388894582762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/3153664388894582762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2010/03/projecto-limpar-portugal-faial-mais.html' title='Projecto Limpar Portugal - Faial mais LIMPO!'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-4502287854911029049</id><published>2010-03-05T15:28:00.004-01:00</published><updated>2010-03-05T15:35:20.090-01:00</updated><title type='text'>Limpar Portugal</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kzjtT8EeLiw/S5EyLJp4HeI/AAAAAAAAAOk/bxa86uq7vQk/s1600-h/limparPT.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 309px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445188591619153378" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_kzjtT8EeLiw/S5EyLJp4HeI/AAAAAAAAAOk/bxa86uq7vQk/s400/limparPT.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kzjtT8EeLiw/S5EyCddXDXI/AAAAAAAAAOc/AvG4ZDDe_II/s1600-h/Cartaz_Oficial.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 286px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445188442316541298" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_kzjtT8EeLiw/S5EyCddXDXI/AAAAAAAAAOc/AvG4ZDDe_II/s400/Cartaz_Oficial.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No dia 20 de Março, pelas 8.30, na sua Junta de Freguesia. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Traga luvas, roupa e calçado adequado e... muita boa vontade! &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Contamos consigo!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-4502287854911029049?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.limparportugal.org/' title='Limpar Portugal'/><link rel='enclosure' type='' href='http://limparportugal.ning.com/' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/4502287854911029049/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=4502287854911029049&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/4502287854911029049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/4502287854911029049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2010/03/limpar-portugal.html' title='Limpar Portugal'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kzjtT8EeLiw/S5EyLJp4HeI/AAAAAAAAAOk/bxa86uq7vQk/s72-c/limparPT.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-1107562339452418454</id><published>2009-11-05T12:51:00.000-01:00</published><updated>2009-11-05T12:52:00.958-01:00</updated><title type='text'>Pensamentos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span id="profile_status"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;"Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança" &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Benjamin Franklin.&lt;/span&gt;&lt;small&gt;&lt;span id="status_time"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-1107562339452418454?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/1107562339452418454/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=1107562339452418454&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/1107562339452418454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/1107562339452418454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2009/11/pensamentos.html' title='Pensamentos'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-2617681141639484639</id><published>2009-10-17T23:13:00.004Z</published><updated>2009-10-17T23:34:09.359Z</updated><title type='text'>O Navio de Teseu</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;O navio com que Teseu &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;e os jovens de Atenas retornaram de Creta tinha trinta remos, e foi preservado pelos atenienses até o tempo de Demétrio de Falero e isto porque eles removiam as partes velhas que apodreciam e iam colocando outras partes novas.&lt;br /&gt;Assim, o navio tornou-se motivo de discussão entre os filósofos &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;com alguns dizendo que o navio era o mesmo, e outros dizendo que não era.&lt;br /&gt;Quando cada componente dum navio foi trocado pelo menos uma vez, o navio continua a ser o mesmo?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-2617681141639484639?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/2617681141639484639/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=2617681141639484639&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/2617681141639484639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/2617681141639484639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2009/10/o-navio-de-teseu.html' title='O Navio de Teseu'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-8843216314158145583</id><published>2007-07-23T16:40:00.000Z</published><updated>2007-07-23T16:46:15.981Z</updated><title type='text'>Estão a matar o desejo!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Lembro-me de, há alguns anos, me ter oferecido para passar uma tarde com os filhos de uns amigos. Os pais estavam a trabalhar e as crianças ficavam aborrecidas em casa. Planeei levá-las a espaços diferentes que lhes proporcionassem novas actividades, programei percursos e organizei jogos, e até me aventurei na compra de uns pequenos “mimos”. Suponho que se tenham divertido mas, de facto, apenas retive um momento fugaz desse dia: ofereci um gelado (“&lt;em&gt;dos bons&lt;/em&gt;” – diria eu; “&lt;em&gt;que insignificância&lt;/em&gt;” – responderiam vós) e, perante a total ausência de reacção, tendo perguntado se não gostavam, uma das crianças disse-me ser já o terceiro do dia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fiquei estupefacta! Não porque não houve agradecimento da oferta, mas porque não houve alegria no receber.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Desde então reparo naquela criança que faz birra no supermercado e que os pais se apressam a acalmar entregando o objecto pretendido ou aquela outra que, em frente do escaparate dos doces, recusa todos, não obstante a insistência dos pais em lhe quererem dar o que ela escolher. Estão a matar o desejo! E sem desejo nem a criança nem nós nos desenvolvemos ou podemos ser felizes. É o desejo que nos torna responsáveis pela eleição dos fins, que estimula à descoberta dos melhores meios, que confere mérito ao nosso esforço, e que nos recompensa com a felicidade que advém da dificuldade e até da natureza transitória da posse... porque, afinal, o desejo tem de persistir... Aristóteles disse-o no séc. III a.C., tê-lo-emos esquecido no séc. XXI?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Maria do Céu Patrão Neves &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.jornaldiario.com/"&gt;Jornal Diário &lt;/a&gt;a 2007-07-20&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-8843216314158145583?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.jornaldiario.com/ver_colunista.php?id=5' title='Estão a matar o desejo!'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/8843216314158145583/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=8843216314158145583&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/8843216314158145583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/8843216314158145583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2007/07/esto-matar-o-desejo.html' title='Estão a matar o desejo!'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-2273022659735485280</id><published>2007-07-13T16:41:00.000Z</published><updated>2007-07-13T16:46:13.104Z</updated><title type='text'>“Escolhendo-me, escolho o homem”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Opinião&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;A primeira vez que li não compreendi: &lt;em&gt;“escolhendo-me, escolho o homem”.&lt;/em&gt; Avancei no texto de 1948 do filósofo Jean-Paul Sartre para confirmar que o sentido mais evidente da expressão era afinal também o mais genuíno, não obstante a estranheza que pudesse causar. Toda a “escolha” é sempre, inevitavelmente, a expressão de um valor, e tanto o que escolhemos para nós como o modo como escolhemos ser são testemunhos do que valorizamos, do que designamos por “bom” ou “bem”. Escolhemos para nós sempre o que consideramos ser melhor (mesmo se afirmássemos estar a escolher o pior seria ainda o melhor para nós) pelo que, paralela e implicitamente, rejeitamos outras escolhas, destituímos outros pretensos valores. Por isso “escolhermo-nos” é também escolher um modelo de pessoa, é escolher os outros ou como todos deviam ser; é escolher a humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sartre destaca este aspecto para acentuar a enorme responsabilidade que nos incumbe em cada escolha. Porque, afinal, nunca escolhemos apenas para nós ou a nós próprios; quando decidimos agir e ser de um determinado modo, quando “nos escolhemos”, estamos a indicar como consideramos que os outros deviam agir e pensar, estamos a “escolher os outros”. Por isso – conclui o autor – devemos ter sempre presente a pergunta: &lt;em&gt;“Que aconteceria se toda a gente fizesse o mesmo?”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;br /&gt;Maria do Céu Patrão Neves &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.jornaldiario.com/ver_colunista.php?id=5"&gt;Jornal Diário &lt;/a&gt;2007-07-13 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-2273022659735485280?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/2273022659735485280/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=2273022659735485280&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/2273022659735485280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/2273022659735485280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2007/07/escolhendo-me-escolho-o-homem.html' title='“Escolhendo-me, escolho o homem”'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-8690148284106349125</id><published>2007-07-13T15:48:00.000Z</published><updated>2007-07-13T16:40:46.419Z</updated><title type='text'>«Mais Filosofia»</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;«Mais Filosofia» é uma &lt;em&gt;rubrica&lt;/em&gt; - chamemos-lhe assim, cuja iniciativa partiu e está a ser desenvolvida e dinamizada pela Área de Filosofia da UAç. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Esta &lt;em&gt;área&lt;/em&gt; de Filosofia engloba professores e ex-alunos de Filosofia da Universidade dos Açores bem como o Centro de Estudos Filosóficos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;A intenção de trazer mais Filosofia às nossas vidas passa por uma série de artigos, publicados às sextas feiras nos seguintes jornais regionais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;- Açoriano Oriental, versão papel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;- Expresso das Nove, versão papel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;- Jornal Diário, também disponível online no endereço &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jornaldiario.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;www.jornaldiario.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Nós por cá tentaremos acompanhar e divulgar as publicações, assinalando os respectivos autores, e esperar que gostem. Que vos façam pensar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Escusado será dizer que se aceitam sugestões e comentários relativos aos textos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-8690148284106349125?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/8690148284106349125/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=8690148284106349125&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/8690148284106349125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/8690148284106349125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2007/07/mais-filosofia.html' title='«Mais Filosofia»'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-6008208269157043213</id><published>2007-07-09T12:31:00.000Z</published><updated>2007-07-09T12:34:58.253Z</updated><title type='text'>Não leia este artigo!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É verdade. Não leia este artigo, pois vamos falar de algo que -  não interessa a ninguém.&lt;br /&gt;Vamos falar de homens, de saberes, de pensar e de filosofia.&lt;br /&gt;Filosofia, isso o que é? Filosofia, para que é que serve? Dá dinheiro?&lt;br /&gt;Respondendo à primeira questão, apenas com alguns filósofos, diríamos que Hegel mandava os seus alunos lerem os seus livros; Kant defendia que era necessário ensinar a pensar; Ricoeur chamava a atenção para a importância da compreensão e da captação do sentido, de um pensamento consciente analítico e crítico; José Enes envereda pela hermenêutica e Gustavo de Fraga embrenha-se na fenomenologia. Porém, todos eles compreenderam algo de importante e pretenderam, nos seus diferentes campos de investigação, partilhar esse conhecimento com os demais. Levar-nos, muitas vezes, pela mão, até entendermos e contemplarmos aquilo que tiveram a ousadia ou apenas a felicidade de poderem perceber.&lt;br /&gt;Filosofia? Tem a ver com quê? Dá emprego?&lt;br /&gt;Parece que ninguém sabe…&lt;br /&gt;No entanto, no café, ouvimos falar em “filosofia do futebol” e todos os presentes percebem do que se está a falar. Fala-se de “filosofia governamental” que minoriza a importância da Filosofia no ensino secundário, e todos contestamos. Defende-se a “filosofia do curso” e encerram-se cursos de Filosofia. Todos reclamamos a nossa “filosofia de vida”, e assumimo-(la) com firmeza e determinação.&lt;br /&gt;Afinal, aquilo que parecia a princípio complicado e até mesmo excepcional, reservado só para alguns espíritos esclarecidos, torna-se uma vulgaridade do discurso quotidiano que todos parecem entender.&lt;br /&gt;Enfim, o que se entende por filosofia?&lt;br /&gt;Eu bem o avisei para não ler este artigo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Gabriela Castro &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; Açoriano Oriental a 06.07.2007&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-6008208269157043213?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/6008208269157043213/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=6008208269157043213&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/6008208269157043213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/6008208269157043213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2007/07/no-leia-este-artigo.html' title='Não leia este artigo!'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-494053635611953405</id><published>2007-07-06T17:25:00.000Z</published><updated>2007-07-06T17:28:58.734Z</updated><title type='text'>“Eu só sei que nada sei”</title><content type='html'>Opinião&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Eu só sei que nada sei” é por certo a afirmação de Sócrates que mais decisivamente o imortalizou. Repete-se ainda hoje amiúde ora jocosamente, devido ao paradoxo que exprime, ora ironicamente, pelo sentido contrário que pretende evocar, ora eruditamente, na citação de um reputado mestre. Talvez tenha sido uma destas intenções, ou até as três simultaneamente, a perpetuarem o aforismo no conhecimento comum. A mim, porém, apraz-me pensar que é esta magia de condensar uma profunda sabedoria na simplicidade de uma única frase que verdadeiramente a eternizou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A nossa justa valorização do conhecimento tende a converter todos em pequenos grandes especialistas que emitem opinião sobre tudo com uma invariável e inflexível autoridade. Falam sem ouvir, elevando progressivamente a voz num crescente ensurdecer da sua ignorância. Não se interrogam, nem hesitam; sabem! Porém desconhecem que quem tudo sabe nada aprende. Só quem se questiona e duvida, só quem se reconhece desconhecer pode vir a aprender.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ignorância é a origem de todo o saber.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Maria do Céu Patrão Neves &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.jornaldiario.com/ver_colunista.php?id=5"&gt;Jornal Diário &lt;/a&gt;a 2007-07-06 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-494053635611953405?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.jornaldiario.com/ver_colunista.php?id=5' title='“Eu só sei que nada sei”'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/494053635611953405/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=494053635611953405&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/494053635611953405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/494053635611953405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2007/07/eu-s-sei-que-nada-sei.html' title='“Eu só sei que nada sei”'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-114614495694985308</id><published>2006-04-27T13:29:00.000Z</published><updated>2006-04-27T13:35:56.976Z</updated><title type='text'>A Diagonal da Vida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"Ao olharmos o caminho que percorremos na vida, ao abarcarmos o seu &lt;em&gt;«erróneo curso labiríntico»&lt;/em&gt; (Fausto), não podemos deixar de ver muita felicidade malograda, muita desgraça atraída, e talvez facilmente exageremos nas repreensões a nós mesmos. O curso da vida não é certamente a nossa obra exclusiva, mas o produto de dois factores, a saber, a série dos acontecimentos e a das nossas decisões. Séries que sempre interagem e se modificam reciprocamente. Além disso, há o facto de que, em ambas, o nosso horizonte é sempre bastante limitado, na medida em que não podemos predizer com muita antecipação as nossas decisões e muito menos prever os acontecimentos; na verdade, de ambos conhecemos com justeza apenas os acontecimentos e decisões actuais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Sendo assim, enquanto o nosso alvo está longe, não podemos dirigir-nos directamente para ele, mas só por aproximações e conjecturas, amiúde tendo de bordejar. Tudo o que conseguimos é tomar decisões sempre segundo a medida das circunstâncias presentes, na esperança de fazê-lo bem, para desse modo nos aproximarmos do alvo principal. Na maioria das vezes, portanto, os acontecimentos e as nossas intenções básicas são comparáveis a duas forças que agem em direcções opostas, sendo a diagonal resultante o curso da nossa vida."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Arthur Schopenhauer, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;em&gt;'Aforismos para a Sabedoria de Vida'&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;... &lt;em&gt;«O Homem é aquilo que sabe»&lt;/em&gt; Francis Bacon ou &lt;em&gt;«Sou eu e as minhas circunstâncias»&lt;/em&gt; Ortega Y Gasset - ? - Pode ser apenas retórica a pergunta, mas aceitam-se bitaites. ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-114614495694985308?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/114614495694985308/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=114614495694985308&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/114614495694985308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/114614495694985308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2006/04/diagonal-da-vida.html' title='A Diagonal da Vida'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-114493569966187073</id><published>2006-04-13T13:33:00.000Z</published><updated>2006-04-13T13:41:39.713Z</updated><title type='text'>...</title><content type='html'>É só mais um bocadinho por favor, juramos que ainda estamos deste lado de cá e prometemos mais filosofia em breve.&lt;br /&gt;Beijos e abraços.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-114493569966187073?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/114493569966187073/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=114493569966187073&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/114493569966187073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/114493569966187073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2006/04/blog-post.html' title='...'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-114287596477406483</id><published>2006-03-20T16:27:00.000-01:00</published><updated>2006-03-20T16:32:44.836-01:00</updated><title type='text'>Fernando Gil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Dados biográficos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Lisboa, 19 Mar (Lusa) - O filósofo português Fernando Gil morreu, hoje, em Paris, aos 69 anos, vítima de doença prolongada, revelou fonte do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Fernando Gil, nasceu a 3 de Fevereiro de 1937, em Moçambique, onde fez o liceu. Estudou sociologia, durante um ano, na Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, partindo de seguida para Lisboa, onde se licenciou em Direito. Em 1961, parte para Paris, onde se licencia em Filosofia pela Universidade da Sorbonne. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Mais tarde, doutorou-se em Lógica, na Universidade de Paris, de que resulta a publicação da tese «La Logique du Nom». Em 1976, começou a leccionar na Faculdade de Letras de Lisboa, integrando posteriormente o Departamento de Filosofia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde era professor catedrático desde 1998. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Ensinou em várias universidades europeias e sul-americanas, como as Universidades de Porto Alegre e de São Paulo, e na Universidade Johns Hoppkins, em Baltimore. A publicação, em 1984, de Mimesis e Negação, valeu-lhe o Prémio Ensaio do Pen Club, que voltará a receber com Viagens do Olhar, em 1998. Edita ainda Provas, em 1998, Tratado da Evidência, em 1993, e Modos da Evidência, em 1998.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Traduziu para português, autores como Karl Jaspers, Romano Guardini, Cesare Pavese e Merleau-Ponty. Em Lisboa, fundou e dirigiu a revista Análise.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Foi consultor do ministro da Ciência e Tecnologia, José Mariano Gago, e do Presidente da República, Mário Soares, durante os seus dois mandatos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Recebeu, em 1993, o Prémio Pessoa e foi galardoado com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, em 1992. A Universidade de Aveiro nomeou-o ’doutor &lt;em&gt;honoris causa’&lt;/em&gt; e o governo francês agraciou-o com o título de Cavaleiro da Ordem das Palmas Académicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;a href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=329890"&gt;Visão Online&lt;/a&gt; 20 Março de 2006&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-114287596477406483?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/114287596477406483/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=114287596477406483&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/114287596477406483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/114287596477406483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2006/03/fernando-gil.html' title='Fernando Gil'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113866844852992769</id><published>2006-01-30T23:08:00.000-01:00</published><updated>2006-01-30T23:50:10.043-01:00</updated><title type='text'>Condição Humana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;(...) Vivemos, com efeito, na era do &lt;em&gt;ser humano em aberto&lt;/em&gt;, a condição humana encontra-se actualmente, no estaleiro. (...) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Se nos quisermos orientar para o exercício duma reflexão crítica e prospectiva é conveniente começar por selecionar uma tese positiva: o estatuto em que a condição humana se encontra, hoje, situa-se perfeitamente no clima temático da modernidade, que pode ser remetido, como se de um momento originário se tratasse, para o diálogo entre Deus e Adão na &lt;em&gt;Oratio&lt;/em&gt; (1486) de Pico Della Mirandola: nesse texto o que caracteriza a essência do conceito de humanidade é o seu carácter novo e incompleto, aberto e indeterminado. O ser humano é a criatura que simultaneamente é criadora de si própria. (...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Se a humanidade não se perdeu, na exacta medida em que ainda não se havia encontrado, porquê então a existência de um mal-estar generalizado, um mal-estar perante o qual a nossa cultura, na multiplicidade das suas manifestações, parece querer desviar os olhos?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;As respostas são também múltiplas. Por várias vezes, e de múltiplos modos, perdemos os instrumentos de navegação, e ficámos com o sentimento de que não rumamos para o cumprimento dum destino, mas antes que nos limitamos a andar à deriva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Passemos em revista breve alguns dos sinais dessa constante perda de bússola, consitutiva do regime em que tem funcionado a cultura moderna:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;a) Houve o claro sentimento/percepção de uma mudança de rota: a perda da noção de humanidade associada ao direito natural, como reacção à Revolução Francesa, que conduziu à manutenção do esclavagismo nos EUA, ao imperialismo-nacionalismo e colonialismo europeus, e ao climax de tudo isso no nazismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;b) Crise da ideia de progresso como ideal-reitor, nas suas múltiplas formas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;c) Ruptura na ideia de confiança cega na aliança da ciência com a tecnologia (Chernobyl e contestação ecológica).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;d) Descrença na ideia do papel libertador das instituições (crise do Estado): depois da passagem do Estado soberano, para o Estado nacional, vivemos no dilema de saber se a época que se abre aponta para um Estado cooperativo ou para uma estranha abolição do Estado, um recuo a uma nova era fragmentar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;e) Abandono da tese de um fim-da-história redentor e justificativo. As teodiceias laicas estão em agonia profunda. O que agora se pretende é que a história não acabe...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;f) Crise na crença do papel dos valores éticos e solidários como factor de emancipação da humanidade: o testemunho contrário da fome e das múltiplas espécies de segregação subsistentes (nunca houve, simultaneamente, tanta riqueza, nem tanto sofrimento sobre a Terra...).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;g) Cepticismo quanto à crença no valor principal da nossa tradição iluminista, quanto à razão como factor de transparência na condução da história humana e no alargamento da esfera controlada pela própria deliberação racional: &lt;strong&gt;A racionalidade parece subordinar-se ao primado de uma arquitectura pulsional, que parece estender-se não só ao individuo como à sociedade; parece termos passado da disciplina das paixões ao espectáculo da sua desinibição compulsiva.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;h) Perda dos mecanismos de controlo democrático sobre a prospecção construtiva do futuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;i) Desencanto no choque da globalização como experiência de dezenraizamento e injustiça em vez de comunhão e partilha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;j) Emergência de um profundo sentimento de culpa (mesmo que débil e confusamente formulado) em relação às gerações futuras e em relação às outras criaturas que a intensidade do nosso presente coloca em causa. É aí, aliás, que reside a demanda por um, ainda muito nebuloso, horizonte de desenvolvimento sustentável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Em síntese: parece ter-se realizado uma das advertências nietzscheanas - perdemos Deus, mas ainda não ganhámos a altura e a distância em que poderíamos dispensar os ídolos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Já não somos sociedades ávidas de progresso e de futuro, porque tememos a nossa transformação em sociedades devoradoras de futuro.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Viriato Soromenho-Marques (Univ. de Lisboa), &lt;strong&gt;Crise Ambiental e Condição Humana&lt;/strong&gt;. Actas do colóquio &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ética Ambiental: uma ética para o futuro.&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;Coordenação de Cristina Beckert. 2001.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*(o negrito no texto é meu.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113866844852992769?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113866844852992769/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113866844852992769&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113866844852992769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113866844852992769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2006/01/condio-humana.html' title='Condição Humana'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113812396078301576</id><published>2006-01-24T15:21:00.000-01:00</published><updated>2006-01-24T16:32:45.736-01:00</updated><title type='text'>Conjugar Verbos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Deixo-vos uma sugestão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Em caso de dúvidas na escrita, mais que não seja para aqueles que se preocupam minimamente com isto,  até porque cultura não é só informação, é também saber usar a nossa língua - e já que por aqui todos se lêem uns aos outros, aprendendo (... ou desaprendendo) com isso - faz sentido apelar à responsabilidade em primar pelo mais correcto, e já agora, incondicional e/ou implicitamente, prestar um bom serviço público. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Encontrei &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;este link&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; sobre a conjugação de verbos, que é uma das nossas «desgraças» mais frequentes. Não está muito completo, e por tal, não deve dispensar a leitura a uma gramática, mas já é qualquer coisa para os entretantos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Muitas vezes se lê, por exemplo: &lt;strong&gt;«andasse»&lt;/strong&gt; em vez de &lt;strong&gt;«anda-se»&lt;/strong&gt; ou vice-versa (entre outros verbos). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É frequente trocar-se o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Imperfeito do Conjuntivo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;andasse&lt;/em&gt;) pelo &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Presente Indicativo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;anda-se&lt;/em&gt;) de verbos reflexos (aqueles onde recai a acção no sujeito: «eu lavo-me»; «tu lavas-te»; ...)  ou trocá-lo pelo uso da particula apassivante «se» (por exemplo: «Em Portugal &lt;em&gt;anda-se&lt;/em&gt; mal»), que substitui uma entidade indefinida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Também me estive a informar com a &lt;/span&gt;&lt;a href="http://omundodagatapreta.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Gata Preta &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;que disto sabe muito mais do que eu! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Bom uso e aproveitem para dar uma vista de olhos e tirar dúvidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113812396078301576?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113812396078301576/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113812396078301576&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113812396078301576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113812396078301576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2006/01/conjugar-verbos.html' title='Conjugar Verbos'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113743376843107716</id><published>2006-01-16T16:38:00.000-01:00</published><updated>2006-01-16T16:49:28.576-01:00</updated><title type='text'>Mitos e Razões</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"Uma vez que a lógica não é apenas argumento válido, mas também reflexão sobre os princípios da validade, esta só aparecerá naturalmente quando já existe à disposição um corpo considerável de inferências ou argumentos. A investigação lógica, a de pura narrativa, não é suscitada por qualquer tipo de linguagem. A linguagem literária não fornece material suficiente de argumentos e inferências. As investigações em que se pretende ou procura uma demonstração é que naturalmente dão origem à reflexão lógica, uma vez que demonstrar uma proposição é inferi-la validamente de premissas verdadeiras. Há duas condições para a demonstração, as premissas verdadeiras e os argumentos válidos.&lt;br /&gt;Do ponto de vista lógico, a distinção importante é que a premissa demonstrativa é verdadeira e necessária enquanto a dialéctica não o é necessariamente. Na demonstração começamos com premissas verdadeiras e chegamos necessariamente a uma conclusão verdadeira, por outras palavras, temos uma demonstração. No argumento dialéctico, pelo contrário, não se sabe se as premissas são verdadeiras e não é necessariamente que a conclusão é verdadeira. Se nos aproximamos da verdade dialéctica é por via indirecta.&lt;br /&gt;Existem 3 tipos diferentes de linguagem nas quais se procura ou se exige demonstração. Na matemática pura pretende-se demonstrar verdades abstractas e &lt;em&gt;a priori&lt;/em&gt;, em metafísica pretende-se demonstrar proposições muito gerais sobre a estrutura do universo e, na linguagem de todos os dias, especialmente na linguagem política e jurídica, procura-se demonstrações de proposições contingentes." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;William Kneale &amp;amp; Martha Kneale - O Desenvolvimento da Lógica (Gulbenkian)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O mito surge-nos, deste modo, como uma conversão simbólica de atitudes e crenças próprias da consciência comum e/ou do imaginário social efectivo – conversão esta que se processa através de relatos orais colectivamente elaborados e aceites, e que propende, por vezes, a uma justificação &lt;em&gt;a posteriori&lt;/em&gt; dos ritos e da própria ordem sócio-cultural vigente, e, de um modo mais geral, a dar (ou antecipar), resposta a inquietações comunitárias frequentemente ainda não formuladas, a respeito dos diversos níveis da condição humana e da sua inserção na ordem cósmica."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Francisco Sardo - Logos e Racionalidade (Casa da Moeda)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113743376843107716?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113743376843107716/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113743376843107716&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113743376843107716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113743376843107716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2006/01/mitos-e-razes.html' title='Mitos e Razões'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113684764816669189</id><published>2006-01-09T21:44:00.000-01:00</published><updated>2006-01-09T22:04:20.310-01:00</updated><title type='text'>[sincronicidade]</title><content type='html'>... de &lt;a href="http://glossolalias.blogspot.com/"&gt;[Luciana Melo]&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://opovoebomtipo.blogspot.com/"&gt;[Vítor Leal Barros]&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113684764816669189?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.sincron.blogspot.com/' title='[sincronicidade]'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113684764816669189/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113684764816669189&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113684764816669189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113684764816669189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2006/01/sincronicidade.html' title='[sincronicidade]'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113673561443807959</id><published>2006-01-08T14:49:00.000-01:00</published><updated>2006-01-08T14:53:34.473-01:00</updated><title type='text'>...</title><content type='html'>Mostramos ser democráticos, acima de tudo, quando sabemos perder.&lt;br /&gt;É saber aceitar as preferências dos outros e não assumir que a maioria é toda burra.&lt;br /&gt;Iluminados são os candeeiros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113673561443807959?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113673561443807959/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113673561443807959&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113673561443807959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113673561443807959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2006/01/blog-post.html' title='...'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113588204352525154</id><published>2005-12-29T17:39:00.000-01:00</published><updated>2005-12-29T17:47:23.526-01:00</updated><title type='text'>Bom Ano!</title><content type='html'>Votos de sabedoria e de bom senso para 2006.&lt;br /&gt;Boas entradas e divirtam-se muito!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113588204352525154?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113588204352525154/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113588204352525154&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113588204352525154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113588204352525154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/12/bom-ano.html' title='Bom Ano!'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113475333950809363</id><published>2005-12-16T16:12:00.000-01:00</published><updated>2005-12-16T16:15:39.543-01:00</updated><title type='text'>Julián Marías</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;table id="HB_Mail_Container" height="100%" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0" unselectable="on"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr height="100%" unselectable="on" width="100%"&gt;&lt;td id="HB_Focus_Element" valign="top" width="100%" background="" height="250" unselectable="off"&gt;«Muere el filósofo Julián Marías.&lt;br /&gt;Madrid, 15 dic (EFE).- El filosofo y escritor Julián Marías murió esta mañana en Madrid en su domicilio familiar, a los 91 años, tras una larga enfermedad, informaron a Efe fuentes familiares.   Los restos mortales de Marías serán trasladados al tanatorio de la Paz, en lacarretera de Colmenar, y serán enterrados mañana, viernes, en el cementeriomadrileño de la Almudena, aunque la hora está por precisar. Alumno y continuador de la obra filosófica de José Ortega y Gasset y XavierZubiri, Marías era miembro de la Real Academia de la Lengua desde 1964 y fuesenador por designación real de 1977 a 1979.   Nacido en Valladolid, en 1914, el pensador es autor de numerosas obras, entrelas que destacan "Historia de la Filosofía", "Idea de la metafísica", "Laescuela de Madrid", "Antropología filosófica" y "España inteligible".»&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr unselectable="on" hb_tag="1"&gt;&lt;td style="FONT-SIZE: 1pt" height="1" unselectable="on"&gt;&lt;div id="hotbar_promo"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113475333950809363?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://es.news.yahoo.com/051215/185/4grb8.html' title='Julián Marías'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113475333950809363/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113475333950809363&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113475333950809363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113475333950809363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/12/julin-maras.html' title='Julián Marías'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113416402441329456</id><published>2005-12-09T20:04:00.000-01:00</published><updated>2005-12-09T20:33:44.486-01:00</updated><title type='text'>:)</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/273/681/1600/30aniversario.gif"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" height="108" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/273/681/320/30aniversario.gif" width="128" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113416402441329456?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113416402441329456/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113416402441329456&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113416402441329456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113416402441329456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/12/blog-post.html' title=':)'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113379791024361869</id><published>2005-12-05T14:49:00.000-01:00</published><updated>2005-12-05T14:51:59.593-01:00</updated><title type='text'>O solitário</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"O solitário leva uma sociedade inteira dentro de si: o solitário é multidão. E daqui deriva a sua sociedade. Ninguém tem uma personalidade tão acusada como aquele que junta em si mais generalidade, aquele que leva no seu interior mais dos outros. O génio, foi dito e convém repeti-lo frequentemente, é uma multidão. É a multidão individualizada, e é um povo feito pessoa. Aquele que tem mais de próprio é, no fundo, aquele que tem mais de todos, é aquele em quem melhor se une e concentra o que é dos outros.&lt;/span&gt;&lt;a name="more"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;(...) O que de melhor ocorre aos homens é o que lhes ocorre quando estão sozinhos, aquilo que não se atrevem a confessar, não já ao próximo mas nem sequer, muitas vezes, a si mesmos, aquilo de que fogem, aquilo que encerram em si quando estão em puro pensamento e antes de que possa florescer em palavras. E o solitário costuma atrever-se a expressá-lo, a deixar que isso floresça, e assim acaba por dizer o que todos pensam quando estão sozinhos, sem que ninguém se atreva a publicá-lo. O solitário pensa tudo em voz alta, e surpreende os outros dizendo-lhes o que eles pensam em voz baixa, enquanto querem enganar-se uns aos outros, pretendendo acreditar que pensam outra coisa, e sem conseguir que alguém acredite."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Miguel de Unamuno, &lt;em&gt;in 'Solidão'&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113379791024361869?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113379791024361869/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113379791024361869&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113379791024361869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113379791024361869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/12/o-solitrio.html' title='O solitário'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113329501221728823</id><published>2005-11-29T18:55:00.000-01:00</published><updated>2005-11-29T19:10:12.393-01:00</updated><title type='text'>1 ano</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.starnews2001.com.br/atenas.html"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 356px; CURSOR: hand; HEIGHT: 237px; TEXT-ALIGN: center" height="293" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/273/681/320/athens.jpg" width="375" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;1 ano de Filosofia.&lt;br /&gt;Obrigado a todos que por cá passaram e aos que vão passando. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113329501221728823?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113329501221728823/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113329501221728823&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113329501221728823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113329501221728823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/11/1-ano.html' title='1 ano'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113329395220459581</id><published>2005-11-29T18:15:00.000-01:00</published><updated>2005-11-29T18:52:35.450-01:00</updated><title type='text'>Bioética</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Bioética ou ética da vida&lt;/strong&gt;. A bioética pode ser definida como um estudo interdisciplinar que procura estabelecer as normas que devem reger a acção no campo da intervenção técnico-científica do homem sobre a sua própria vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Progressos.&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O século XX foi marcado por enormes progressos no domínio das ciências médicas, que permitiram curar muitas doenças consideradas incuráveis e sobretudo prolongar a vida humana (aqui lembro Saramago, que em ficção, no seu novo livro «As Intermitências da Morte» trata o assunto). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;Entre os avanços científicos que o permitiram destacam-se os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;- A introdução das sulfamidas e dos antibióticos que permitiram controlar as infecções.&lt;br /&gt;- A substituição dos orgãos em falência (diálise, ventilação mecânica, transplantes de orgãos, etc).&lt;br /&gt;- A identificação do código genético e das leis que presidem à formação da vida (inseminação artificial, engenharia genética, etc).&lt;br /&gt;- O desenvolvimento das técnicas de diagnóstico (radiografias, ecografias, diagnóstico pré-natal, etc)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Estes extraordinários progressos alteraram por completo a pratica da medicina, que passou a contar com muitos mais agentes, assim como a própria relação do homem com a própria ciência.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Problemas Éticos.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A evolução das ciências médicas até ao século XX processou-se de um modo que não suscitou grandes problemas éticos, estando os princípios fundamentais consagrados no célebre "&lt;a href="http://www.esquilamedica.hpg.ig.com.br/Juramento.htm"&gt;Juramento de Hipócrates&lt;/a&gt;". As experiências médicas eram realizadas e por serem muito limitadas, não suscitavam grandes problemas.&lt;br /&gt;Os progressos que se registaram a partir do século XX só foram possíveis porque as ciências médicas passaram a ter uma enorme complexidade e a envolverem grandes interesses económicos, onde participam uma enorme rede de agentes (médicos, farmacêuticos, biólogos, químicos, engenheiros, etc) e instituições (empresas, fundações, universidades, etc). Os interesses passaram a ser múltiplos, e nem sempre prevalecem os do saber.&lt;br /&gt;Na primeira metade deste século ocorreram muitas experiências científicas que colocaram em causa os princípios mais elementares da dignidade da pessoa humana. Os casos mais conhecidos, mas não os únicos, deram-se na Alemanha durante o domínio nazi (1933-1945) onde milhares de seres humanos foram mortos em experiências médicas.&lt;br /&gt;Na segunda metade do século XX, permaneceram os avanços espectaculares na biologia, biotecnologia e medicina. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora muitos destes progressos continuam a usar seres humanos como cobaias, muitas vezes sem o seu conhecimento. A utilização de animais passou igualmente a ser questionada, sobretudo quando a estes são infligidos sofrimentos desmesurados.&lt;br /&gt;Cresceram também de forma espectacular as indústrias ligadas às áreas da saúde, nomeadamente as empresas farmacêuticas que se tornaram verdadeiros potentados multinacionais. Fruto destes progressos científicos e do dinheiro delas obtido, muitas experiências passaram a ser feitas com um único objectivo: a projecção mediática (fama) e o lucro dos laboratórios, médicos ou cientistas que as realizam. As "doenças" passaram a ser um dos negócios mais lucrativos do mundo, facto que só por si alterou radicalmente as relações entre o médico e o doente. Este último sente-se frequentemente explorado por redes de interesses que apenas consegue vislumbrar os seus contornos.&lt;br /&gt;O problema dos limites da ciência e das experiências médicas, assim como os interesses nelas envolvidas, passou a estar na ordem do dia.&lt;br /&gt;Em muitas áreas tornou-se cada vez mais difícil compatibilizar o progresso científico com o respeito pela vida humana e os valores culturais assumidos como estruturantes das nossas sociedades.&lt;br /&gt;A diversidade de temas abordados na bioética espelham melhor que nada a complexidade que adquiriram actualmente estes problemas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Principais temas da bioética:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. O diagnóstico pré-natal; conselhos genéticos; eugenia fetal; terapia genética; práticas abortativas; esterilização masculina e feminina por diversos motivos;&lt;br /&gt;2. Reprodução humana "artificial" ou assistida em todas as suas modalidades e suas correspondentes implicações técnicas (bancos de esperma, bancos de embriões, mães de aluguer, etc);&lt;br /&gt;3. Experiências com seres humanos, embriões e cadáveres em qualquer fase do ciclo vital:&lt;br /&gt;4. Informações clínicas e a sua comunicação ao paciente; reanimação; eutanásia e direito a uma morte digna;&lt;br /&gt;5. Terapia e manipulação genética em todas as suas formas;&lt;br /&gt;6. Suicídio e ajuda ao suicídio;&lt;br /&gt;7. Transplantes de orgãos humanos;&lt;br /&gt;8. Trans-sexualidade:&lt;br /&gt;9. Investigação e desenvolvimento de armas biológicas e químicas;&lt;br /&gt;10. Biogenética animal e vegetal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;*texto retirado da &lt;a href="http://afilosofia.no.sapo.pt/10nprobleticos.htm"&gt;Filosofia no Sapo&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113329395220459581?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113329395220459581/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113329395220459581&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113329395220459581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113329395220459581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/11/biotica.html' title='Bioética'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113233659258675140</id><published>2005-11-18T16:28:00.000-01:00</published><updated>2005-11-18T16:56:32.783-01:00</updated><title type='text'>Mais uma explicação para França</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"(...) Numerosos estudos internacionais - quer os de política educativa, quer os que incidem na avaliação dos desempenhos reais - e não só das classificações ou diplomas - dos alunos e das escolas (OCDE, IEA, Comissão Europeia) - alertam recorrentemente para os problemas agravados de exclusão social que o facto de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;não ter aprendido&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; já está a provocar dramaticamente nas sociedades actuais. São já, na sua grande maioria, alfabetizados e escolarizados e escolarizados sem sucesso - na realidade, iletrados funcionais e desenraizados sociais - os elementos de todas as bolsas de exclusão ou marginalidade das sociedades actuais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Nem a economia, nem o mercado de trabalho, nem o díficil equilíbrio das tensões sociais podem compadecer-se com a existência de bolsas crescentes desta população quase iletrada, afastada do acesso básico à informação e ao conhecimento, informação e conhecimento que se constituem hoje como a principal chave para a inclusão social, para a rentabilidade económica, e também para o bem-estar social e a estabilidade pessoal e profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;A mesma escola que se confrontou com a massificação do acesso à educação, desafio já genericamente superado, encontra-se hoje perante uma situação bem mais complexa: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;a premência da subida do nível educativo real das populações&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Trata-se, assim, nos nossos dias, da necessidade de "massificar o sucesso", ou seja, garantir a todos uma qualidade educativa satisfatória, não podendo mais confinar-se a escola ao papel de assegurar uma socialização de base e uma instrução elementar para a maioria, com aprendizagem de melhor nível apenas reservada a alguns.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Em síntese, o grande problema da escola é hoje o de responder satisfatoriamente a todos, garantindo-lhes um bom apetrechamento educativo - sendo que esses &lt;strong&gt;&lt;em&gt;todos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; são cada vez mais diferentes (Roldão, 1998)."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;in&lt;/em&gt; Roldão, Maria do Céu. &lt;em&gt;Gestão Curricular, fundamentos e práticas&lt;/em&gt;. Ministério da Educação, 1999, pp.33. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113233659258675140?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113233659258675140/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113233659258675140&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113233659258675140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113233659258675140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/11/mais-uma-explicao-para-frana.html' title='Mais uma explicação para França'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113233453675643579</id><published>2005-11-18T16:10:00.000-01:00</published><updated>2005-11-18T16:22:16.973-01:00</updated><title type='text'>Tolerância</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/273/681/1600/logosmal.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 284px; CURSOR: hand; HEIGHT: 281px" height="203" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/273/681/320/logosmal.jpg" width="210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;em&gt;Este é o logo de 1995 - &lt;a href="http://www.unesco.org/tolerance/logogl.htm"&gt;Ano da Tolerância &lt;/a&gt;- proclamado pelas Nações Unidas. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Imagem desenhada por Manuel Arquier. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/273/681/1600/bandeiras%20da%20tolerancia.gif"&gt;&lt;img style="WIDTH: 133px; CURSOR: hand; HEIGHT: 208px" height="249" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/273/681/320/bandeiras%20da%20tolerancia.gif" width="251" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;*&lt;em&gt;Estas são as bandeirinhas da Tolerância adoptadas pela UNESCO. Veja a sua &lt;a href="http://www.unesco.org/tolerance/flags.htm"&gt;significação&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113233453675643579?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113233453675643579/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113233453675643579&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113233453675643579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113233453675643579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/11/tolerncia.html' title='Tolerância'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113233373549679150</id><published>2005-11-18T16:01:00.000-01:00</published><updated>2005-11-18T16:25:21.636-01:00</updated><title type='text'>HOW CAN INTOLERANCE BE COUNTERED?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name="law"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;1. Fighting intolerance requires law:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Each Government is responsible for enforcing human rights laws, for banning and punishing hate crimes and discrimination against minorities, whether these are committed by State officials, private organizations or individuals. The State must also ensure equal access to courts, human rights commissioners or ombudsmen, so that people do not take justice into their own hands and resort to violence to settle their disputes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="education"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;2. Fighting intolerance requires education:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Laws are necessary but not sufficient for countering intolerance in individual attitudes. Intolerance is very often rooted in ignorance and fear: fear of the unknown, of the other, other cultures, nations, religions. Intolerance is also closely linked to an exaggerated sense of self-worth and pride, whether personal, national or religious. These notions are taught and learned at an early age. Therefore, greater emphasis needs to be placed on educating more and better. Greater efforts need to be made to teach children about tolerance and human rights, about other ways of life. Children should be encouraged at home and in school to be open-minded and curious.&lt;br /&gt;Education is a life-long experience and does not begin or end in school. Endeavours to build tolerance through education will not succeed unless they reach all age groups, and take place everywhere: at home, in schools, in the workplace, in law-enforcement and legal training, and not least in entertainment and on the information highways.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="information"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;3. Fighting intolerance requires access to information:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Intolerance is most dangerous when it is exploited to fulfil the political and territorial ambitions of an individual or groups of individuals. Hatemongers often begin by identifying the public's tolerance threshold. They then develop fallacious arguments, lie with statistics and manipulate public opinion with misinformation and prejudice. The most efficient way to limit the influence of hatemongers is to develop policies that generate and promote press freedom and press pluralism, in order to allow the public to differentiate between facts and opinions. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;4. Fighting intolerance requires individual awareness:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Intolerance in a society is the sum-total of the intolerance of its individual members. Bigotry, stereotyping, stigmatizing, insults and racial jokes are examples of individual expressions of intolerance to which some people are subjected daily. Intolerance breeds intolerance. It leaves its victims in pursuit of revenge. In order to fight intolerance individuals should become aware of the link between their behavior and the vicious cycle of mistrust and violence in society. Each one of us should begin by asking: am I a tolerant person? Do I stereotype people? Do I reject those who are different from me? Do I blame my problems on 'them'? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="solutions"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;5. Fighting intolerance requires local solutions:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Many people know that tomorrow's problems will be increasingly global but few realize that solutions to global problems are mainly local, even individual. When confronted with an escalation of intolerance around us, we must not wait for governments and institutions to act alone. We are all part of the solution. We should not feel powerless for we actually posses an enormous capacity to wield power. Nonviolent action is a way of using that power-the power of people. The tools of nonviolent action-putting a group together to confront a problem, to organize a grassroots network, to demonstrate solidarity with victims of intolerance, to discredit hateful propaganda-are available to all those who want to put an end to intolerance, violence and hatred. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113233373549679150?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.unesco.org/tolerance/global.htm#introduction' title='HOW CAN INTOLERANCE BE COUNTERED?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113233373549679150/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113233373549679150&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113233373549679150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113233373549679150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/11/how-can-intolerance-be-countered.html' title='HOW CAN INTOLERANCE BE COUNTERED?'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113206165796716462</id><published>2005-11-15T12:29:00.000-01:00</published><updated>2005-11-15T12:34:18.020-01:00</updated><title type='text'>Dia Mundial da Filosofia - Atelier de Filosofia</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Dia Mundial da Filosofia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Proclamado pela UNESCO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;17 de Novembro de 2005&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;“[...] A filosofia é uma ‘escola da liberdade’ [...], uma escola da solidariedade humana. [...] O ensino da filosofia contribui para a formação de cidadãos livres.”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;(UNESCO, Dezembro, 2004)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Atelier de Filosofia &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;a href="http://www.uac.pt/evento.php?id=2"&gt;Universidade dos Açores&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O “Dia da Filosofia” começou a ser celebrado pela UNESCO desde o ano de 2002. Porém, apenas no passado mês de Outubro de 2005, por ocasião da 33ª sessão da Conferência Geral da UNESCO, foi formalmente proclamado, passando a ser assinalado na terceira quinta-feira do mês de Novembro. No próximo dia 17 de Novembro celebra-se, pela primeira vez a título oficial, o Dia Mundial da Filosofia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O Grupo de docentes de Filosofia e os alunos do Seminário de Licenciatura em Filosofia, da Universidade dos Açores, vão assinalar este Dia através da organização de um Atelier de Filosofia que, como a designação sugere, consiste num conjunto de actividades destinado a permitir aos alunos relacionarem-se com o pensamento filosófico de uma forma interactiva. Para o efeito, estarão montadas cinco “bancas de trabalho”: “o Passeio dos Filósofos” (reprodução do “Jogo da Glória”); “Ver, Ouvir e Pensar” (combinação de imagens, textos e música); “Muda de Canal” (apreciação de anúncios publicitários); “Jogos de Pensamento” (construção de palavras cruzadas e banda desenhada); “Forum de discussão” (diálogo polémico). Paralelamente, apresentar-se-ão dois posters temáticos, um dedicado a Jean-Paul Sartre, cujo centenário do nascimento se celebra em 2005, e um outro dedicado a Paul Ricoeur, falecido no presente ano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No dia 17 de Novembro, a Universidade dos Açores manterá um “espaço aberto” (Edifício da Aula Magna), das 9:30 às 17:30 horas, convidando todos os interessados a visitarem e a “trabalharem” nas diversas bancas deste Atelier de Filosofia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Convidamo-los para uma experiência única!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Maria do Céu Patrão Neves&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;(&lt;em&gt;Organização&lt;/em&gt;)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113206165796716462?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113206165796716462/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113206165796716462&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113206165796716462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113206165796716462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/11/dia-mundial-da-filosofia-atelier-de.html' title='Dia Mundial da Filosofia - Atelier de Filosofia'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113199150335812602</id><published>2005-11-14T17:01:00.000-01:00</published><updated>2005-11-14T17:05:03.393-01:00</updated><title type='text'>A Sexualidade Humana</title><content type='html'>Mais um documento de referência, desta feita, elaborado pelo Prof. Doutor Michel Renaud.&lt;br /&gt;A quem possa interessar, favor ver na página do &lt;a href="http://www.cnecv.gov.pt/NR/rdonlyres/92C33AAF-9CED-4B61-BF18-A1DFB91B51D3/0/P029SexualidadeHumana.pdf"&gt;CNECV&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113199150335812602?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113199150335812602/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113199150335812602&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113199150335812602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113199150335812602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/11/sexualidade-humana.html' title='A Sexualidade Humana'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113147874989641308</id><published>2005-11-08T18:31:00.000-01:00</published><updated>2005-11-08T18:39:09.930-01:00</updated><title type='text'>Da gestação ao colapso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;«O acontecer histórico não é um fenómeno de geração espontânea ou de produção brusca. Não resulta também da simples associação de vontades, nem se esgota com a própria vivência. Germina lentamente, sem prejuízo dum eventual momento explosivo. A sua energia projecta-o para além de si mesmo, marcando, de um modo ou de outro, o devir histórico.»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Graça e J.S. da Silva Dias, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Os primórdios da Maçonaria em Portugal&lt;/em&gt;, vol I, tomo II. Lisboa 1986.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113147874989641308?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113147874989641308/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113147874989641308&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113147874989641308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113147874989641308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/11/da-gestao-ao-colapso.html' title='Da gestação ao colapso'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113001669494554891</id><published>2005-10-22T21:22:00.000Z</published><updated>2005-10-22T21:31:34.980Z</updated><title type='text'>Dignidade Humana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Em resumo, o termo Dignidade Humana é o reconhecimento de um valor. É um princípio moral baseado na finalidade do ser humano e não na sua utilização como um meio. Isso quer dizer que a Dignidade Humana estaria baseada na própria natureza da espécie humana a qual inclui, normalmente, manifestações de racionalidade, de liberdade e de finalidade em si, que fazem do ser humano um ente em permanente desenvolvimento na procura da realização de si próprio. Esse projecto de auto-realização exige, da parte de outros, reconhecimento, respeito, liberdade de acção e não instrumentalização da pessoa. Essa auto-realização pessoal, que seria o objecto e a razão da dignidade, só é possível através da solidariedade ontológica com todos os membros da nossa espécie. Tudo o que somos é devido a outros que se debruçaram sobre nós e nos transmitiram uma língua, uma cultura, uma série de tradições e princípios. Uma vez que fomos constituídos por esta solidariedade ontológica da raça humana e estamos inevitavelmente mergulhados nela, realizamo-nos a nós próprios através da relação e ajuda ao outro. Não respeitaríamos a dignidade dos outros se não a respeitássemos no outro.&lt;br /&gt;Na ética moderna, a dignidade humana exprime-se em um 'nós-humanidade' que não é a soma dos 'eus' individuais. Segundo Levinas, "'nós' não é o plural de 'eu'". O ponto de partida para a expressão dessa dignidade situa-se na totalidade dos seres humanos e por isso foi possível afirmar-se que enquanto um ser humano não for livre, nenhum ser humano será livre.&lt;br /&gt;A socialização não é porém uma diluição do 'eu' no conjunto da comunidade humana. Como vemos todos os dias, todo o ser humano aspira a repetir o seu "paraíso perdido", que foi a fusão total com a mãe. Daí a procura, por vezes desenfreada, de uma relação dual. Ora, o indivíduo acede à sua condição de ser único quando torna possível essa passagem da fusão com a mãe à autonomia. É a aprendizagem do 'eu/tu' que Martin Buber tão eloquentemente descreveu e onde alicerçou as condições indispensáveis para a alteridade efectiva. Quanto maior e mais alargado for o número de pessoas com quem estabelecemos a relação 'tu/eu', maior é a nossa participação na noosfera e mais forte é a nossa dignidade humana. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foi esta noção de uma camada de humanos que envolve toda a Terra que Teilhard de Chardin chamou a noosfera. Ela é interdependente da biosfera e da atmosfera. A evidência desta afirmação encontra-se no nosso quotidiano (vivemos das espécies biológicas e respiramos porque imersos na atmosfera). Mas também a encontramos em certas manifestações religiosas que têm marcado profundamente algumas civilizações. Assim, por exemplo, no Budismo não há separação entre o humano e toda a realidade natural que o rodeia. No nosso tempo, esta interdependência é sentida através da acção nefasta do humano sobre a biosfera e sobre a atmosfera. Daí poder inferir-se que a contribuição para a integridade e diversidade das espécies biológicas e para o equilíbrio da atmosfera é, afinal, também contribuir para a defesa da dignidade humana&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Prof. Doutora Teresa Joaquim, in &lt;em&gt;Documento de trabalho: 26/&lt;strong&gt;CNECV&lt;/strong&gt;/99; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;REFLEXÃO ÉTICA SOBRE A DIGNIDADE HUMANA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113001669494554891?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.cnecv.gov.pt/NR/rdonlyres/C718779C-F747-43D0-A3D0-67F394F937EC/0/P026DignidadeHumana.pdf' title='Dignidade Humana'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113001669494554891/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113001669494554891&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113001669494554891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113001669494554891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/dignidade-humana.html' title='Dignidade Humana'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-113001428897765165</id><published>2005-10-22T20:48:00.000Z</published><updated>2005-10-22T20:51:28.996Z</updated><title type='text'>Príncipio da Autonomia</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"Não te dei, ó Adão, nem rosto, nem um lugar que te seja próprio,&lt;br /&gt;nem qualquer dom particular, para que teu rosto, teu lugar e teus&lt;br /&gt;dons, os desejes, os conquistes e sejas tu mesmo a possui-los.&lt;br /&gt;Encerra a natureza outras espécies em leis por mim estabelecidas.&lt;br /&gt;Mas tu, que não conheces qualquer limite, só mercê do teu arbítrio,&lt;br /&gt;em cujas mãos te coloquei, te defines a ti próprio. Coloquei-te no&lt;br /&gt;centro do mundo, para que melhor possas contemplar o que o mundo&lt;br /&gt;contém. Não te fiz nem celeste nem terrestre, nem mortal nem&lt;br /&gt;imortal, para que tu, livremente, tal como um bom pintor ou um hábil&lt;br /&gt;escultor, dês acabamento à forma que te é própria".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;Pico de la Mirandola&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-113001428897765165?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/113001428897765165/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=113001428897765165&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113001428897765165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/113001428897765165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/prncipio-da-autonomia.html' title='Príncipio da Autonomia'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112975102444831598</id><published>2005-10-19T19:21:00.000Z</published><updated>2005-10-19T19:43:46.843Z</updated><title type='text'>Linguagem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A reflexão sobre a linguagem é antiga, mas as definições clássicas da linguagem eram muito gerais (faculdade de expressão verbal do pensamento, etc), confundindo-se língua com linguagem. É com o &lt;em&gt;Cours de linguistique générale&lt;/em&gt; (1916) de Saussure, fundador da linguistica, que se define a linguagem na sua especificidade, como faculdade de constituir um língua. Desde então, linguagem e língua estão dissociadas e esta ruptura marcou todo o pensamento contemporâneo. Linguagem era sinónimo de língua antes de Saussure, depois deste, toma outra acepção. É a faculdade de comunicar o pensamento por um sistema de signos (ex: Gestual, que não é universal, cada língua tem as suas convenções próprias, gestos próprios), e em particular por meio da língua (conjunto de convenções adoptadas pelo corpo social) associada à palavra (meio verbal individual de expressão). Faculdade de constituir uma língua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;"O que é a língua? Para nós, não se confunde com linguagem, porque é somente uma parte determinada dela, embora essencial. É, ao mesmo tempo, um produto social da faculdade da linguagem e um conjunto de convenções necessárias, adoptadas pelo corpo social para permitir o exercício desta faculdade entre os indivíduos."&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;(Saussure, &lt;em&gt;Cours de linguistique générale&lt;/em&gt;, p.25, Payot)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112975102444831598?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112975102444831598/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112975102444831598&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112975102444831598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112975102444831598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/linguagem.html' title='Linguagem'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112974951375581278</id><published>2005-10-19T19:10:00.000Z</published><updated>2005-10-19T19:18:35.650Z</updated><title type='text'>A semiologia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Vem do grego &lt;em&gt;sèmeion - &lt;/em&gt;«sinal» e &lt;em&gt;logos&lt;/em&gt; - «estudo», «ciência» ou «razão». É a chamada ciência dos sinais que estuda a organização dos sistemas significantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O projecto de uma semiologia geral foi fundado pelo linguista Ferdinand de Saussure. Diz-nos ele que se a língua é um sistema organizado de signos arbitrários, dos quais podemos estudar as relações (e não apenas a sua evolução), é, então possível estudar da mesma maneira todos os sistemas de sinais que regem a vida social (gestos, roupas, regras de boa educação, etc.). Nesta perspectiva, a linguistica, na medida em que tem por objecto a estrutura da língua, é apenas uma parte da semiologia, mesmo se essa parte seja exemplar e sirva de modelo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112974951375581278?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112974951375581278/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112974951375581278&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974951375581278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974951375581278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/semiologia.html' title='A semiologia'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112974896708698502</id><published>2005-10-19T19:02:00.000Z</published><updated>2005-10-19T19:09:27.086Z</updated><title type='text'>As tautologias</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Como a inferência é sempre verdadeira, quaisquer que sejam os valores de verdade atribuídos às proposições, chamar-se-á tautologia. Seja por exemplo o seguinte raciocínio: «Se o Pedro ama a Maria; o Paulo é solteiro; ora Paulo não é solteiro; então o Pedro não ama a Maria»: que, no mundo real, Pedro ame ou não a Maria, que Paulo seja ou não solteiro, o cálculo será sempre válido. Será o mesmo, independentemente do sentido dado a «Pedro», «Maria», «ama», «solteiro», etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Vazias de qualquer conteúdo, as tautologias não são de todo desprovidas de utilidade. Constituem pelo contrário as leis lógicas na base das quais operam as regras do cálculo. Mais geralmente, formulam os princípios lógicos que permitem raciocinar correctamente e justificar a correcção dos nossos raciocínios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112974896708698502?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112974896708698502/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112974896708698502&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974896708698502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974896708698502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/as-tautologias.html' title='As tautologias'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112974846765752231</id><published>2005-10-19T18:44:00.000Z</published><updated>2005-10-19T19:01:07.673Z</updated><title type='text'>A lógica como cálculo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Como toda a escrita simbólica, a lógica serve para calcular e/ou manipular os símbolos, de forma a chegar, através de procedimentos mecânicos, a um resultado indiscutível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Leibniz foi o primeiro, no século XVIII, a querer estender a ideia de cálculo a um domínio mais lato do que o dos números e das quantidades, e a projectar construir uma «álgebra do pensamento». Da mesma forma que na aritmética, por exemplo, a «sintaxe» - ou seja, as regras de utilização dos sinais &lt;strong&gt;=&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;+&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;x&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt; - permite calcular de uma forma precisa os números, - é possível definir um conjunto de proposições relacionadas de maneira regrada, graças a conectores lógicos: &lt;strong&gt;~&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;negação&lt;/em&gt;), &lt;strong&gt;&amp;&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;deveria ser um v ao contrário, mas não o descubro. leia-se "e"&lt;/em&gt;), &lt;strong&gt;v&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;ou&lt;/em&gt;), &lt;strong&gt;=&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;implicação - se... então..&lt;/em&gt;.), &lt;strong&gt;&lt;=&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;consequência&lt;/em&gt;), etc. O emprego destes conectores permite-nos transformar as proposições e operar sobre elas como se fossem fórmulas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112974846765752231?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112974846765752231/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112974846765752231&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974846765752231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974846765752231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/lgica-como-clculo.html' title='A lógica como cálculo'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112974744346520835</id><published>2005-10-19T18:39:00.000Z</published><updated>2005-10-19T18:44:03.466Z</updated><title type='text'>Língua natural e língua simbólica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Embora o silogismo seja formal (podemos substituir os termos por variáveis), Aristóteles concebia-o como um instrumento da ciência (as obras lógicas de Aristóteles são conhecidas por nós sob o nome de &lt;em&gt;Organon&lt;/em&gt;, que significa «instrumento»). Era então, para ele, inquestionável construir silogismos válidos a partir de proposições falsas «materialmente», ou mesmo a partir de simples «formas proposicionais». A lógica moderna libertar-se-á definitivamente deste ponto de vista «realista». &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112974744346520835?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112974744346520835/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112974744346520835&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974744346520835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974744346520835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/lngua-natural-e-lngua-simblica.html' title='Língua natural e língua simbólica'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112974708782790289</id><published>2005-10-19T18:31:00.000Z</published><updated>2005-10-19T18:38:07.853Z</updated><title type='text'>A proposição e o silogismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Contrariamente a uma ideia corrente, a lógica não saiu acabada da obra de Aristóteles. Mas a sua contribuição foi fundamental. Consistiu na teoria da proposição e do silogismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um raciocínio encadeia as prposições. Uma proposição é aquilo que é enunciado numa frase declarativa (afirmativa ou negativa), ou seja, susceptível de ser verdadeira ou falsa (nem todas as frases são declarativas: uma oração, uma ordem, um encorajamento, por exemplo, não são proposições). A forma mais simples (mas não a única) da proposição parece ser a forma predicativa: aquela em que atribuímos uma propriedade P (predicado) a um sujeito S através de um verbo (ligação): S é P. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O silogismo é um raciocínio que, a partir de proposições dadas (as premissas), estabelece uma conclusão necessária, recorrendo apenas aos dados de partida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112974708782790289?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112974708782790289/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112974708782790289&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974708782790289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974708782790289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/proposio-e-o-silogismo.html' title='A proposição e o silogismo'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112974656086806102</id><published>2005-10-19T18:10:00.000Z</published><updated>2005-10-19T18:29:20.903Z</updated><title type='text'>A lógica, ciência formal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A lógica é formal: trata da forma dos raciocínios, independentemente do seu conteúdo ou dos objectos aos quais se referem. É então necessário distinguir a validade formal de um raciocínio da verdade «material» das proposições que o constituem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Seja, por exemplo, o seguinte raciocínio: «Todos os tubarões são pássaros; o meu peixe vermelho é um tubarão; então o meu peixe vermelho é um pássaro». Nenhuma destas três proposições é verdadeira «materialmente», ou seja, está em conformidade com a realidade; mas o encadeamento que as une umas ás outras é, na forma, válido: a terceira proposição é a consequência necessária das duas primeiras. Inversamente, um raciocínio como: «Todos os bretões são europeus; todos os franceses são europeus; todos os bretões são franceses» é constituído por três proposições, cada uma delas verdadeira «materialmente», mas que são ligadas por uma inferência não válida (de os franceses e os bretões são europeus, não se pode concluir que os bretões são franceses).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para melhor salientar o aspecto formal dos raciocínios, é preferível enunciá-los sob uma forma hipotética («Se todos os tubarões são pássaros...»): isto significa claramente que não nos pronunciamos sobre a verdade de cada proposição, mas unicamente sobre a validade da conclusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um outro meio, ainda mais claro, é o de substituir os termos das proposições («pássaros», «tubarões», «franceses», etc.) pelas variáveis, ou seja, por letras simbólicas (a, b, c...) que podem receber qualquer significado. Falaremos, então, menos de «proposição» do que de «forma proposicional». As variáveis designam os espaços vazios que podem ser preenchidos por um qualquer conteúdo. Teremos então descoberto "&lt;em&gt;um modelo de raciocínio, que dará origem a um raciocínio logo que se considere uma matéria. Mas qualquer que seja a matéria o raciocínio será bom, porque a sua validade depende apenas do modelo que se mantém invariante&lt;/em&gt;" (R. Blanché, &lt;em&gt;Introduction à logique contemporaine&lt;/em&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A lógica parece então oferecer a possibilidade de construção dos encadeamentos válidos não apenas com proposições falsas, mas mesmo com frases que não querem dizer nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112974656086806102?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112974656086806102/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112974656086806102&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974656086806102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974656086806102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/lgica-cincia-formal.html' title='A lógica, ciência formal'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112974515237908559</id><published>2005-10-19T17:50:00.000Z</published><updated>2005-10-19T18:05:52.423Z</updated><title type='text'>A lógica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A lógica é a ciência das inferências válidas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Inferência do latim &lt;em&gt;inferre&lt;/em&gt; «levar para» - é uma operação do espírito pela qual se &lt;strong&gt;conclui&lt;/strong&gt; através duma ideia para outra. A inferência é dedutiva, ou demonstrativa, quando a conclusão é logicamente necessária (como num silogismo, por ex.). É indutiva, ou não demonstrativa, quando a conclusão não é mais do que provável ou verosimilhante (ex: Infiro a existência dum cão se ouço ladrar).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Uma inferência é válida quando está em conformidade com os procedimentos que governam o pensamento correcto. O objecto da lógica é então de destrinçar as leis que autorizam estes procedimentos, de os explicar e de os formular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Aristóteles foi o primeiro a tentar uma tal explicitação. Isto não significa que antes dele, não se raciocinasse logicamente, pode-se raciocinar logicamente sem se fazer lógica, da mesma forma que se pode falar correctamente sem se ter um conhecimento teórico das regras da gramática.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;A lógica permite, no entanto, evitar (ou recusar) os paralogismos, ou seja, os raciocínios que consideram apenas a aparência de correcção. Neste sentido, a lógica é uma disciplina normativa: indica quais são as regras que devemos seguir se quisermos raciocinar «bem». &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112974515237908559?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112974515237908559/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112974515237908559&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974515237908559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112974515237908559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/lgica.html' title='A lógica'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112966401496729996</id><published>2005-10-18T19:15:00.000Z</published><updated>2005-10-18T19:34:42.010Z</updated><title type='text'>Falácias Indutivas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Generalização precipitada:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;A amostra resultante por esta generalização è demasiado limitada e usada com o intuito de se obter conclusões tendenciosas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex1: A pessoa x de cor negra foi apanhada a roubar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex2: Um ucraniano foi apanhado embriagado a conduzir e tentou sobornar um GNR, portanto todos todos os ucranianos além de bêbados tentam subornar GNR's.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex3: O Gil e o Jaime que são bons alunos tiveram negativa a lógica por isso todos os outros também terão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Amostra limitada:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Limita-se a amostra face à população fazendo crer que ela é representativa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex: A fruta do cimo desta caixa está em boas condições por isso todas as outras frutas também devem estar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Falsa analogia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Resulta do abuso de semelhanças existentes entre 2 ou mais objectos, extrapolando-as a todas as suas propriedades, de modo a que as próprias semelhanças percam a sua eficácia resultante da substimação das diferenças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex: Os empregados são como os pregos; temos que martelar na cabeça dos pregos para que estes desempenhem a sua função, logo, temos que martelar na cabeça dos empregados!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Indução preguiçosa:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;A conclusão apropriada dum argumento indutivo é negada, apesar dos factos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex1: A pessoa X foi enganada "n" vezes pelo seu namorado, mas apesar disso recusa-se a admitir que aquele lhe é infiel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex2: A pessoa X teve 10 acidentes nos últimos meses. Todavia, rejeita que tenha qualquer culpa e atribui a culpa aos outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Omissão de provas ou exclusão:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Excluem-se dados importantes que se conhecidos destruiriam o argumento indutivo, baseiam-se em probabilidades e não em certezas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex: A equipa X ganhou 9 dos 10 jogos realizados portanto é provável que ganhem o próximo jogo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112966401496729996?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112966401496729996/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112966401496729996&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112966401496729996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112966401496729996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/falcias-indutivas.html' title='Falácias Indutivas'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112966234864731295</id><published>2005-10-18T18:37:00.000Z</published><updated>2005-10-18T19:05:48.666Z</updated><title type='text'>Processos e métodos do raciocínio lógico</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;A dedução é um processo mental que vai do geral para o mais particular, a matemática e a lógica utilizam geralmente teoremas, postulados, definições, axiomas, princípios, regras, teorias e leis. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;O método indutivo, ao contrário do dedutivo, parte do particular para o geral. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Como métodos científicos e humanos que são, são também falíveis. Assim, tendo em conta que a realidade (natureza, cultura e razão) e a ciência são mutáveis, que estão em constante devir, estes métodos merecem a nossa credibilidade e atenção, mas sempre em aberto e nunca de uma forma estática. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Não se pode dizer que o raciocínio dedutivo seja melhor que o indutivo ou do que o abdutivo/metalógico/analógico, pois todos são considerados por diversas ciências em toda a sua importância. Todos são usados por nós, e valem o que valem, como entendimento no discurso escrito ou falado. Registe-se que a &lt;strong&gt;dedução&lt;/strong&gt; é usada como método das ciências exactas, a &lt;strong&gt;indução&lt;/strong&gt; pelas ciências naturais e a &lt;strong&gt;abdução&lt;/strong&gt; (analogia) pela literatura, poesia e ficção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;O que aqui se pretende é apontar exemplos de algumas falácias (raciocínios ilegítimos), tipícas do raciocínio humano, que se deixa por muitas vezes enevoar na ausência de ginástica mental. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Apesar de haver quem defenda que existem várias lógicas de agir &lt;em&gt;(e por falar nisso, esta é uma falácia - que me perdoem, pois não me ocorre o nome dos referidos)&lt;/em&gt;, estas falácias são próprias do raciocínio e não estão sujeitas ao relativismo cultural, já que se provam facilmente pela veracidade quer das premissas silogísticas, quer através da lógica binária nas suas tabelas de verdade.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112966234864731295?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112966234864731295/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112966234864731295&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112966234864731295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112966234864731295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/processos-e-mtodos-do-raciocnio-lgico.html' title='Processos e métodos do raciocínio lógico'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112966050982754680</id><published>2005-10-18T18:05:00.000Z</published><updated>2005-10-18T18:36:48.000Z</updated><title type='text'>Falácias Dedutivas III</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Fuga ao assunto ou fora de alvo:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Ataques pessoais ou «Argumentum ad Hominem»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Ataca-se a pessoa que apresentou certo argumento e não o argumento que esta apresentou. Esta falácia assume várias formas podendo atacar por exemplo: o carácter, a nacionalidade, a étnia, a religião, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;As principais formas variantes desta falácia são 3:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;1) o ataque abusivo, ataque à pessoa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;2) o ataque circunstancial, ataque às circunstâncias&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;3) ataque «tu quoque» que é um ataque à pessoa, mas notando a incongruência daquilo que diz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex1: Podes dizer que Deus não existe porque apenas segues o ateísmo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex2:É natural que um ministro afirme que a política fiscal é boa porque nunca será atingido por ela.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex3: Ele critica que eu bebo, mas ele não está sóbrio há mais de um ano.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Apelo à autoridade:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;«Argumentum ad verecundiam»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Ainda que às vezes seja apropriado citar uma autoridade, todavia, na maior parte dos casos não é correcto. Mesmo que essas pessoas sejam uma autoridade no assunto ou área, não quer dizer que o sejam em todo o resto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;O apelo à autoridade é especialmente impróprio se:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;1) a pessoa não estiver qualificada no assunto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;2) não haver acordo entre peritos naquela área&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;3) a autoridade não pode ser invocada se estava a brincar ou ébria&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Uma variante desta falácia é "ouvi dizer" ou "diz-se que". Está associada a 2 outras, a «ad antiquitatem» (antiguidade) e à «ad novitatem» (novidade).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex1: O geocentrismo e o geoestacionarismo só podem estar correctos porque tanto Aristóteles como Ptolomeu os defenderam.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex2: É impossível que o sol não gire e que a terra não esteja parada porque os sentidos assim o demostram.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex3: Todas as verdades de fé reveladas na Biblia são verdadeiras porque são de inspiração divina.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Autoridade anónima ou apelo ao rumor:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;É uma forma de apelo à autoridade, contudo a autoridade é anónima, sendo impossível confirmar se se trata dum perito ou não. Aliado a esta falácia está o apelo ao rumor. Como se trata duma fonte dúbia, duvidosa, é impossível saber se o mesmo é credível ou não. Muitas vezes os rumores não passam de falsos, de calúnias, de injúrias difamatórias, lançados com a intenção de desacreditar o oponente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;ex: Um membro do governo disse hoje que uma nova lei sobre posse e uso de armas será aprovada amanhã.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;- "diz-se" e "sabe-se" também são de uso costume.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Estilo sem substância:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Em vez de ser o conteúdo e a matéria de um argumento a legitimar as suas ideias, pretende-se pelo contrário, que seja o modo do argumento ou o argumentador que o apresenta a legitimá-lo. Ou seja, a sua forma e estilo é que deverão contribuir para a verdade da conclusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;ex1: A personalidade X perdeu o emprego porque estava a transpirar na entrevista&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;ex2: Aquela pessoa deve ser boa e inteligente pois cativa pela beleza e elegância&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112966050982754680?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112966050982754680/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112966050982754680&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112966050982754680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112966050982754680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/falcias-dedutivas-iii.html' title='Falácias Dedutivas III'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112965859230425005</id><published>2005-10-18T17:48:00.000Z</published><updated>2005-10-18T18:36:22.873Z</updated><title type='text'>Falácias Dedutivas II</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apelo a motivos em vez de razões:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;«Argumentum ad Misericordium» Apelo à piedade ou suplica especial&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pede-se a aprovação do auditório na base do estado lastimoso do autor, exortando-se à piedade e à compaixão para aceitarem a sua conclusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ex: &lt;em&gt;Espero que aceite as nossas argumentações pois passei os últimos 3 meses a trabalhar arduamente nesse relatório.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;«Argumentum ad Consequentiam»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É uma variável do argumento anterior (ad vaculum) que consiste no argumentador, que para mostrar que uma crença é falsa, aponta consequências desagradáveis para quem a defender.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ex: &lt;em&gt;Deves acreditar em Deus porque de outro modo a vida não teria sentido.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Apelo a preconceitos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Determinados termos, carregados e emotivos, são utilizados para ligar valores morais à crença na verdade duma proposição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ex: &lt;em&gt;As pessoas razoáveis concordarão com a nossa política fiscal.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Apelo ao povo ou à sua emoção:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;«Argumentum ad populum»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sustenta-se que uma proposição é verdadeira por ser aceite por grande parte da população. Também se denomina de emotivo porque se apela à quantidade em vez da veracidade do argumento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ex: &lt;em&gt;Como é do conhecimento geral... então também deves...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Se 10 milhões da população de Portugal acredita em... como pode você não acreditar?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112965859230425005?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112965859230425005/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112965859230425005&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112965859230425005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112965859230425005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/falcias-dedutivas-ii.html' title='Falácias Dedutivas II'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112965766278196122</id><published>2005-10-18T17:33:00.000Z</published><updated>2005-10-18T18:35:55.413Z</updated><title type='text'>Falácias Dedutivas I</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Falácias de dispersão ou manobras de diversão:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É dado um limitado número de opções, geralmente duras, quando na realidade existem muitas mais. O falso dilema é o uso ilegítimo do operador «ou».&lt;br /&gt;ex: &lt;em&gt;Uma pessoa ou é boa ou é má.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Apelo à ignorância:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Os argumentos deste tipo concluem que algo é verdadeiro por não se ter provado que é falso, ou conclui que algo é falso porque não se provou que é verdadeiro, quando na realidade a falta de provas não é sustentável - não sendo em si mesma uma prova.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ex: &lt;em&gt;Os fantasmas existem! Já provaste que não existem?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Derrapagem ou bola de neve:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Para mostrar que uma proposição é inaceitável, extraem-se consequências inaceitáveis da mesma - consequências das consequências. Ora, o argumento torna-se falacioso quando pelo menos 1 dos seus passos é falso ou duvidoso, mas a falsidade de uma ou mais premissas é ocultada pelos vários passos que constituem todo o argumento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;ex: &lt;em&gt;Se aprovarmos leis contra as armas automáticas, não demorará muito até aprovarmos leis contra todos os nossos direitos. Acabaremos por viver num Estado totalitário. Portanto, não deveremos banir as armas automáticas&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112965766278196122?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112965766278196122/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112965766278196122&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112965766278196122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112965766278196122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/falcias-dedutivas-i.html' title='Falácias Dedutivas I'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112861422197944242</id><published>2005-10-06T15:55:00.000Z</published><updated>2005-10-06T15:57:01.996Z</updated><title type='text'>Sobre a Política</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"O nosso engenho todo se esforça em pôr as coisas numa perspectiva tal, que vistas de um certo modo, fiquem a parecer o que nós queremos que elas sejam, e não o que elas são."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Matias Aires, &lt;em&gt;Reflexões Sobre a Vaidade dos Homens e Carta Sobre a Fortuna&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112861422197944242?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112861422197944242/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112861422197944242&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112861422197944242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112861422197944242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/10/sobre-poltica.html' title='Sobre a Política'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112689728057592461</id><published>2005-09-16T18:59:00.000Z</published><updated>2005-09-16T19:01:50.116Z</updated><title type='text'>Pensamento do Dia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"Não se pode ajudar continuamente as pessoas fazendo o que elas deviam fazer por si próprias.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Abraham Lincoln&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112689728057592461?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112689728057592461/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112689728057592461&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112689728057592461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112689728057592461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/09/pensamento-do-dia_16.html' title='Pensamento do Dia'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112689611183438586</id><published>2005-09-16T18:15:00.000Z</published><updated>2005-09-16T18:41:51.926Z</updated><title type='text'>«O Argumento da Aposta» de Pascal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:100%;"&gt;"&lt;/span&gt;Todos os argumentos a favor e contra a existência de Deus que examinámos até agora pretendem demonstrar que Deus existe ou que Deus não existe. Todos eles pretendem dar-nos conhecimento da sua existência ou não existência. O argumento do apostador, derivado da obra do filósofo e matemático Blaise Pascal (1623-1662), habitualmente conhecido como aposta de Pascal, é muito diferente dos outros. O seu objectivo não é proporcionar uma demonstração, mas antes mostrar que um apostador sensato deveria «apostar» na existência de Deus.&lt;br /&gt;O argumento parte da posição de um agnóstico, isto é, alguém que acredita que não existem dados suficientes para decidir se Deus existe ou não. Um agnóstico acredita que é genuinamente possível que Deus exista, mas que não há dados suficientes para decidir a questão com toda a certeza. Um ateu, pelo contrário, acredita geralmente que existem dados conclusivos a favor da inexistência de Deus.&lt;br /&gt;O argumento do jogador é o seguinte. Uma vez que não sabemos se Deus existe ou não, estamos numa posição muito semelhante à de um apostador antes de uma corrida de cavalos se ter realizado ou antes de uma carta ter sido voltada. Precisamos por isso de calcular as hipóteses que temos. Mas ao agnóstico pode parecer que tanto a existência como a inexistência de Deus são igualmente prováveis. A atitude do agnóstico consiste em ficar indeciso, sem tomar nenhuma decisão em nenhuma das direcções. O argumento do apostador, contudo, afirma que a coisa mais racional a fazer é procurar que a hipótese de ganhar seja tão grande quanto possível, ao mesmo tempo que a possibilidade de perder seja tão pequena quanto possível: por outras palavras, devemos maximizar os ganhos possíveis e minimizar as perdas possíveis. De acordo com o argumento do apostador, a melhor forma de alcançar este objectivo é acreditar em Deus.&lt;br /&gt;Há quatro resultados possíveis. Se apostarmos na existência de Deus e ganharmos (i. e., se Deus existir), ganhamos a vida eterna — um excelente prémio. O que perdemos se apostarmos nesta opção e verificarmos que Deus não existe não é muito, se compararmos com a possibilidade da vida eterna: podemos perder alguns prazeres mundanos, perder muitas horas a rezar e viver as nossas vidas debaixo de uma ilusão. Contudo, se escolhermos apostar na opção da inexistência de Deus e ganharmos (i. e., se Deus não existir), viveremos uma vida sem ilusão (pelo menos neste aspecto) e teremos a liberdade de gozar os prazeres desta vida sem medo do castigo divino. Mas, se apostarmos nesta opção e perdermos (i. e., se Deus existir), perdemos pelo menos a possibilidade da vida eterna e podemos mesmo correr o risco da condenação eterna.&lt;br /&gt;Pascal defendeu que, enquanto apostadores perante estas opções, o curso de acção mais racional será acreditar que Deus existe. Assim, se tivermos razão, estaremos em posição de obter a vida eterna. Se apostarmos na existência de Deus e não tivermos razão, não estaremos em posição de perder tanto quanto estaríamos se escolhêssemos acreditar na inexistência de Deus e não tivéssemos razão. Logo, se queremos maximizar os nossos ganhos possíveis e minimizar as nossas perdas possíveis, devemos acreditar na existência de Deus."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;in &lt;a href="http://www.gradiva.pt/capitulo.asp?L=21005"&gt;http://www.gradiva.pt/capitulo.asp?L=21005&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*Ver também as críticas aos argumentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112689611183438586?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112689611183438586/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112689611183438586&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112689611183438586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112689611183438586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/09/o-argumento-da-aposta-de-pascal.html' title='«O Argumento da Aposta» de Pascal'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112412130131352767</id><published>2005-08-15T15:45:00.000Z</published><updated>2005-08-15T15:55:27.993Z</updated><title type='text'>Boas férias!</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112412130131352767?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112412130131352767/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112412130131352767&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112412130131352767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112412130131352767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/08/boas-frias.html' title='Boas férias!'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112171617733519599</id><published>2005-07-18T19:37:00.000Z</published><updated>2005-07-18T19:49:37.343Z</updated><title type='text'>Opinione</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://conversamos.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A partir de uma conversa, ressalta a palavra &lt;strong&gt;opinião&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Do Latim &lt;em&gt;opinione&lt;/em&gt;, significa maneira, modo pessoal de ver; aquilo que se pensa sobre determinado assunto; juízo, parecer, voto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Aplica-se a crença, credo político ou religioso e liga-se a convicção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Pode ser «opinião pública» - aquilo que se pensa comummente num determinado grupo social; pensamento comum a todos - e pode «fazer-se opinião», isto é, obter a adesão dos outros à sua opinião, pela validade que lhe é reconhecida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A certa altura da conversa, alguém disse: “&lt;em&gt;opiniões e gostos não se discutem&lt;/em&gt;” e isto é falso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A citação antiga era "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;de gustibus et coloribus non disputandum&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;", antepassada do nosso provérbio “&lt;em&gt;Gostos não se discutem&lt;/em&gt;”. Pois o «não se discute» é mesmo só aplicável aos gostos e às cores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Opiniões não são como os gostos, discutem-se.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Se não se discutissem, seriam dogmas em vez de opiniões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um dos elementos que podem ser decisivos é colocar as coisas sobre a mesa, assumir que temos de discutir o que fazemos, na esfera profissional e nas outras esferas também.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;E discutir não é zangarmo-nos pelas diferenças de opinião.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É muito mais no sentido de procurar as raízes das coisas, do debate de razões ou dos fundamentos das práticas – porque ter uma opinião não pode ser couraçar-se, fechar-se numa redoma mas antes confrontar-se com provas, factos e evidências.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;E julgo que as opiniões não valem todas o mesmo, não são todas igualmente respeitáveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Como afirmou Savater, todas as pessoas são respeitáveis; algumas opiniões não são.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Pensar que a opinião de todos vale o mesmo é uma falácia, uma pretensa liberalidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;As ideias não valem a não ser que quem as sustente possa aduzir provas, dados, raciocínios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando se afirma opinião, tem de se ser capaz de fundar e justificar essa opinião de forma consistente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ou não?!&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Como sei que a maioria passa e não espia por vezes os links, senti-me no dever de transcrever no seu todo (mais uma vez), um pouco da clareza e lucidez da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://conversamos.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;LN&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Para reflectir e... leiam Savater! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112171617733519599?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112171617733519599/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112171617733519599&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112171617733519599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112171617733519599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/07/opinione.html' title='Opinione'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-112050582367270564</id><published>2005-07-04T19:06:00.000Z</published><updated>2005-07-04T19:37:03.703Z</updated><title type='text'>A Moda nas Democracias</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;(...) a forma moda que analisamos não é antitética do «racional», a sedução é já em si, em parte, uma lógica racional que integra o cálculo, a técnica, a informação, próprios ao mundo moderno; a moda acabada é o que celebra as núpcias da sedução e da razão produtiva, instrumental, operacional. De modo nenhum uma visão dialéctica da modernidade afirmando a realização progressiva do universal racional pelo jogo contrário das inclinações particulares, mas a potência da autonomia de uma sociedade ordenada pela moda, aí onde a racionalidade funciona com a efemeridade e a frivolidade, onde a objectividade se institui em espectáculo, onde a dominação técnica se reconcilia com o lúdico e a dominação política com a sedução. Depois, não aderimos sem reservas à ideia do progresso das consciências; na realidade, as Luzes avançam, indissociavelmente misturadas as seu contrário, o optimismo histórico implicado pela análise da moda deve ser acantonado em estreitos limites. &lt;strong&gt;Com efeito, os espíritos no seu conjunto são mais informados mas mais desestruturados, mais adultos mas mais instáveis, menos «ideologizados» mas mais tributários das modas, mais abertos mas mais influenciáveis, menos extremistas mas mais dispersos, mais realistas mas mais imprecisos, mais críticos mas mais superficiais, mais cépticos mas menos meditativos.&lt;/strong&gt; O acréscimo de independência nos pensamentos caminha a par de mais frivolidade, a tolerância é acompanhada de mais indiferença e de relaxação na coisa pensante, a Moda não encontra modelo adequado nem nas teorias da alienação nem nas de uma «mão invisível» optimal, não institui nem o reino da despossessão subjectiva final nem o da razão clara e firme. (...) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;A Moda produz inseparavelmente o melhor e o pior, a informação vinte e quatro por vinte e quatro horas e o grau zero do pensamento, e cabe a nós combater, pelo nosso lado, os mitos e os &lt;em&gt;apriori&lt;/em&gt;, limitar os malefícios da desinformação, instituir condições para um debate público mais aberto, mais livre, mais objectivo. Dizer que o universo da sedução contribui para a dinâmica da razão não condena ao passadismo, ao «tudo vai dar ao mesmo», à apologia beata do &lt;em&gt;show business&lt;/em&gt; generalizado. (...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Em todo o caso, e ao contrário dos estereótipos com que a enfeitam, é a idade da moda que mais tem contribuído para arrancar o conjunto dos homens ao obscurantismo e ao fanatismo, para instituir um espaço público aberto, para moldar uma humanidade mais legalista, mais madura, mais céptica. A moda acabada vive de paradoxos: a sua inconsciência favorece a consciência, as suas loucuras, o espírito de tolerância, o seu mimetismo, o individualismo, a sua frivolidade, o respeito pelos direitos do homem. No filme de alta tensão da história moderna, começa~se a perceber que a Moda é o pior dos argumentos à excepção de todos os outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Gilles Lipovetsky, &lt;em&gt;O Império do Efémero - A Moda e o seu destino nas sociedades modernas&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-112050582367270564?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/112050582367270564/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=112050582367270564&amp;isPopup=true' title='25 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112050582367270564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/112050582367270564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/07/moda-nas-democracias.html' title='A Moda nas Democracias'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>25</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111827698171363084</id><published>2005-06-09T00:24:00.000Z</published><updated>2005-06-09T00:29:41.720Z</updated><title type='text'>!</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"It requires a very unusual mind to undertake the analysis of the obvious."&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Whitehead&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111827698171363084?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111827698171363084/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111827698171363084&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111827698171363084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111827698171363084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/06/blog-post.html' title='!'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111823207484966771</id><published>2005-06-08T11:53:00.000Z</published><updated>2005-06-08T12:01:14.856Z</updated><title type='text'>Agustina Bessa-Luís</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Entrevista a uma das minhas eleitas portuguesas. É de há uns anos, de 1996, e feita por Pedro Mexia. Deixo-vos o &lt;a href="http://www.guimaraes-ed.pt/agustina/ablentr.htm"&gt;link&lt;/a&gt; se quiserem lê-la já que esta senhora é intemporal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para ler e pensar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111823207484966771?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111823207484966771/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111823207484966771&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111823207484966771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111823207484966771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/06/agustina-bessa-lus.html' title='Agustina Bessa-Luís'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111775133804888050</id><published>2005-06-02T22:08:00.000Z</published><updated>2005-06-02T22:28:58.063Z</updated><title type='text'>Hannah Arendt</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Para quem já se familiarizou com esta filósofa (como é o caso do &lt;a href="http://vascomacieirashrine.blogs.sapo.pt/"&gt;Vasco&lt;/a&gt;, que eu bem sei! :) ), aconselho uma passadinha pelo &lt;a href="http://conversamos.blogspot.com/2005/05/tempos-sombrios.html#comments"&gt;Conversamos&lt;/a&gt;, onde vos esperam outras boas sugestões de leitura - &lt;em&gt;Tempos Sombrios&lt;/em&gt; - que eu não conhecia, mas que vai já para o caderninho de futuras compras. Obrigado LN.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abraços a todos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111775133804888050?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111775133804888050/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111775133804888050&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111775133804888050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111775133804888050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/06/hannah-arendt.html' title='Hannah Arendt'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111754228767015595</id><published>2005-05-31T11:47:00.000Z</published><updated>2005-05-31T12:24:47.676Z</updated><title type='text'>Paul Ricoeur (1913-2005)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Paul Ricoeur é um dos mais importantes filósofos da segunda metade do século XX. Foi professor na Universidade de Estrasburgo, Sorbone, Nanterre, Lovaina e na Universidade de Chicago. Estabeleceu uma ligação entre a fenomenologia e a análise contemporânea da linguagem através da teoria da metáfora, do mito e do modelo científico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Obras do autor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Karl Jaspers e a Filosofia da Existência&lt;/em&gt;, em colab. com M.Dufrenne (1947);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A Filosofia da Vontade I&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O Voluntário e o Involuntário&lt;/em&gt; (1950); &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;História e Verdade&lt;/em&gt; (1955); &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Husserl: uma análise da sua fenomenologia&lt;/em&gt; (1967);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Filosofia da Vontade II&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Finitude e Culpabilidade: 1. O homem falível. 2. A simbólica do Mal&lt;/em&gt; (1969); &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Da Interpretação&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ensaio sobre Freud&lt;/em&gt; (1965); &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ensaios Políticos e Sociais&lt;/em&gt; (1974); &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O conflito das Interpretações: Ensaios de Hermenêutica&lt;/em&gt; (1969); &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Metáfora Viva&lt;/em&gt; (1975); &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Teoria da Interpretação: O Discurso e o Excesso de Sentido&lt;/em&gt; (1976);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Leituras I&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;À volta da Política&lt;/em&gt;. (1991).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Do Texto à Acção&lt;/em&gt;, Porto, Rés-Editora, 1991&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Da Metafísica à Moral&lt;/em&gt;, Lisboa, Instituto Piaget, 1997 &lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Discurso da Acção&lt;/em&gt;, Lisboa, Edições 70, 1988&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Teoria da Interpretação&lt;/em&gt;, Lisboa, Edições 70, 1987&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Justo ou a Essência da Justiça&lt;/em&gt;, Lisboa, Instituto Piaget, 1997&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ideologia e Utopia&lt;/em&gt;, Lisboa, Edições 70, 1991&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A Crítica e a Convicção&lt;/em&gt;, Lisboa, Edições 70, 1997&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sujeito e Ética,&lt;/em&gt; Braga, APPACDM, 1996&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Outramente&lt;/em&gt;, São Paulo, Vozes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Obras sobre o autor&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Azevedo e Castro, Gabriela Maria - &lt;em&gt;Imaginação em Paul Ricoeur&lt;/em&gt;, Lisboa, Instituto Piaget, 2003&lt;br /&gt;Abel, Glivier, &lt;em&gt;Paul Ricoeur - As Fronteiras da Filosofia, &lt;/em&gt;Lisboa, Instituto Piaget, 1988&lt;br /&gt;Costa, Miguel Dias da, &lt;em&gt;Sobre a Teoria da Interpretação de Paul Ricoeur, &lt;/em&gt;Porto, Contraponto, 1995&lt;br /&gt;Heleno, José Manuel, &lt;em&gt;Hermenêutica e Ontologia em Paul Ricoeur, &lt;/em&gt;Lisboa, Instituto Piaget, 2001&lt;br /&gt;Gomes, Isabel, &lt;em&gt;Dossier Sobre Paul Ricoeur-Dossier de Filosofia, &lt;/em&gt;Porto, Porto Editora, 1999&lt;br /&gt;Hahn, Lewis Edwin, &lt;em&gt;A Filosofia de Paul Ricoeur, &lt;/em&gt;Lisboa, Instituto Piaget, 2000&lt;br /&gt;Silva, Carrera F., &lt;em&gt;Hermenêutica do Conflito de Paul Ricoeur, &lt;/em&gt;Lisboa, Edições Minerva, 1992&lt;br /&gt;Vários, &lt;em&gt;Paul Ricoeur, &lt;/em&gt;Braga, FFB., 1990&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111754228767015595?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111754228767015595/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111754228767015595&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111754228767015595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111754228767015595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/05/paul-ricoeur-1913-2005_31.html' title='Paul Ricoeur (1913-2005)'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111753981609531985</id><published>2005-05-31T11:21:00.000Z</published><updated>2005-05-31T11:46:36.236Z</updated><title type='text'>Paul Ricoeur (1913-2005)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Um dos maiores filósofos europeus do século XX acaba de morrer (20 de Maio de 2005) na sua casa de Chatenay-Malabry. O que nos deixa é uma obra muito rica e densa, e uma atenção singularíssima à modernidade, que permitirá, depois da sua morte, manter actual, por muitos anos, a perenidade da sua obra – porque foi um interrogador do tempo presente, com instrumentos intelectuais cujas potencialidades estão longe de se esgotar.&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Metáfora viva&lt;/em&gt;” e “&lt;em&gt;Paradoxo político&lt;/em&gt;” são referências quer no campo filosófico, em especial no pensamento hermenêutico, quer no campo do pensamento político, no auge da contradição histórica entre as aspirações sociais dos anos cinquenta e a exigência das liberdades individuais que o colectivismo recusava. Husserl e Karl Jaspers influenciaram decisivamente o seu pensamento e o seu método. A coerência entre as ideias e o compromisso, na linha de Mounier e de Landsberg, aprofundou-se a partir da experiência da prisão durante a guerra e das responsabilidades sentidas no pós-guerra.&lt;br /&gt;Gabriel Marcel foi um interlocutor essencial para Ricoeur, pondo em diálogo a existência e a acção, o percurso individual da pessoa e o seu compromisso social… O tema da responsabilidade não pode ser alheio ao do conhecimento e da compreensão. Personalidades como o social-democrata André Philip influenciaram o percurso cívico. Merleau-Ponty, Emmanuel Lévinas, Gadamer, Dumézil, Eliade, Rawls, Walzer mobilizaram a sua atenção e a sua extraordinária capacidade para dialogar e aprofundar as reflexões sobre ideias.&lt;br /&gt;Membro de uma Igreja reformada vai tornou-se uma figura essencial no diálogo ecuménico – respeitadíssimo pelas várias confissões religiosas pela seriedade da sua atitude intelectual. Desde 1956 viveu na comunidade fundada por Mounier, partilhando com Paulette Mounier, Jean-Marie Domenach, Henri Marrou, Paul Fraisse e tantos outros uma atitude centrada da dignidade da pessoa humana.&lt;br /&gt;Encontramos em Ricoeur uma «ontologia do agir» que o leva a afirmar: «&lt;em&gt;Sous la pression du négatif, des expériences en négatif, nous avons à reconquérir une notion de l’être qui soit acte plutôt que forme, affirmation vivante et puissante d’exister».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Era um sábio, com uma inteligência desperta para ouvir os outros e para descobrir novos caminhos. Eis porque deixou um vazio impossível de preencher. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111753981609531985?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111753981609531985/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111753981609531985&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111753981609531985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111753981609531985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/05/paul-ricoeur-1913-2005.html' title='Paul Ricoeur (1913-2005)'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111668131933254631</id><published>2005-05-21T13:09:00.000Z</published><updated>2005-05-21T13:17:15.163Z</updated><title type='text'>LEKTON</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://lekton.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Lekton&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;: Termo grego usado pelos estóicos que significa «&lt;em&gt;conteúdo do enunciado&lt;/em&gt;»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Um novo blog de leitura particularmente dedicado aos autores clássicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Inicia actividade com "A República" de Platão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;«Porque as raízes da cultura estão naquelas obras chamadas clássicas, obras cuja mensagem não se esgotou e que permanecem fontes vivas do progresso humano».&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111668131933254631?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://lekton.blogspot.com' title='LEKTON'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111668131933254631/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111668131933254631&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111668131933254631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111668131933254631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/05/lekton.html' title='LEKTON'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111626357035381502</id><published>2005-05-16T17:06:00.001Z</published><updated>2010-04-07T23:04:02.373Z</updated><title type='text'>Discussão em Popper</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;«A verdade é difícil de alcançar. Para tal requer-se engenho, ao criticar as antigas teorias e engenho na invenção imaginativa de novas teorias. Isto passa-se não só nas ciências, mas em todos os campos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;br /&gt;Karl Popper&lt;em&gt;, O Mito do Contexto,&lt;/em&gt; pp.67&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111626357035381502?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111626357035381502/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111626357035381502&amp;isPopup=true' title='21 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111626357035381502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111626357035381502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/05/discusso.html' title='Discussão em Popper'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>21</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111610767694387621</id><published>2005-05-14T21:37:00.000Z</published><updated>2005-05-14T21:54:36.950Z</updated><title type='text'>Modernidade, relativismo e ciência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Karl Popper demonstrou claramente haver aqui uma confusão entre os conceitos de “certeza” e de “verdade”, na medida em que se não há, de facto, “certezas absolutas”, pode e deve haver “verdades absolutas” desde que (e esta distinção é capital) essas verdades sejam perspectivadas num horizonte de incerteza. Se assim não fosse, quer dizer, se não se admitisse a existência de “verdades absolutas” (num horizonte de incerteza, repete-se) o espaço cognitivo seria preenchido por “verdades relativas” intermutáveis, justificando filosoficamente um mundo de “vale tudo”, sem critérios nem referências, universo nihilista sem outro princípio do que o “cada um por si”, onde todos os valores ficariam esvaziados de sentido. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Nessa senda de anomia total restaria apenas a lei dos mais fortes contra os mais fracos, a eclosão do reino da selvajaria e da injustiça, e o inevitável aparecimento de novas formas de escravatura. É num tal contexto  que as “verdades absolutas”, desde que inseridas num “horizonte de incerteza”, são necessárias a uma coesão social  que respeite a liberdade individual sem cair no cepticismo.*&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;*É igualmente por isso, que a Democracia não deve ser vista apenas – nem principalmente – como um conceito relativo consistindo numa mera “delegação de poderes do povo”, concepção variável e facilmente atraiçoada,  mas como, o efectivo controlo do povo sobre o poder através de órgãos que minimizem a promiscuidade de poderes. Do mesmo modo que o princípio da “igualdade” herdado da Revolução Francesa,  não corresponde à abstracção arbitrária de: “todos iguais”, mas sim – bem mais pragmaticamente – a uma igualdade de “oportunidades para todos”, o que é radicalmente diferente porque põe o acento tónico numa praxis política e económica precisa e não num conceito de escopo incognoscível e erradio.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Adelino Torres. O estudo todo &lt;a href="http://pascal.iseg.utl.pt/~ncrato/Recortes/AdelinoTorresVrs2.htm#_ftn49"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111610767694387621?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111610767694387621/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111610767694387621&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111610767694387621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111610767694387621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/05/modernidade-relativismo-e-cincia.html' title='Modernidade, relativismo e ciência'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111610410663339232</id><published>2005-05-14T20:54:00.000Z</published><updated>2005-05-14T20:55:06.636Z</updated><title type='text'>K. Popper</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Porque que é que a simplicidade da linguagem é tão importante para os pensadores iluministas? Porque o verdadeiro pensador iluminista, o verdadeiro racionalista, nunca pretende convencer ninguém a fazer nada. Não, nem sequer deseja convencer ninguém: tem permanentemente consciência de que pode estar errado. Acima de tudo, valoriza demasiado a independência intelectual dos outros para querer convencê-los em questões importantes. Prefere provocar a contradição, preferivelmente sob a forma de crítica racional e disciplinada. Não procura convencer mas despertar – desafiar os outros a formarem opiniões livres.(...)Uma das razões por que o pensador iluminista não quer convencer ninguém de nada é o seguinte. Ele sabe que, fora do estreito campo da lógica, e talvez da matemática, nada pode ser provado&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Karl Popper, &lt;em&gt;A Vida é Aprendizagem&lt;/em&gt;, Edições 70 (pág.118)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111610410663339232?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111610410663339232/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111610410663339232&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111610410663339232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111610410663339232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/05/k-popper.html' title='K. Popper'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111541147806536512</id><published>2005-05-06T20:26:00.000Z</published><updated>2005-05-06T20:31:18.073Z</updated><title type='text'>Sofistas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Com o &lt;em&gt;Trívio (gramática, retórica e dialéctica)&lt;/em&gt;, implementado pelos sofistas, há uma convergência ao uso da palavra, como a política era a mais importante função a desempenhar, tinha-se que trabalhar o dom da palavra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O corpo era para os gregos também muito importante, dá-se muita importância á estética, pois o corpo pertence ao conjunto total do homem e como tal, era cultivada a ginástica em particular e os restantes desportos em geral.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para os sofistas não há uma verdade única que a todos se imponha, a verdade é relativa. As coisas são pelo indíviduo e para o indíviduo. É por esta posição que os sofistas ganham má fama porque todos os filósofos da época procuravam a verdade e estes não a reconhecem como realidade em si, dizem apenas que a verdade é em função do sujeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há nesta época uma crise de valores. O político não tem verdades, tem adequações e impera o consensualismo, ou seja, o que é melhor para a cidade (&lt;em&gt;pólis&lt;/em&gt;) no momento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Relativismo e consensualismo são normalmente os índicios de crise. Uma ética consensual é muito perigosa, pois torna-se difícil avaliar alguma posição através de maiorias, tal como é o exemplo do aborto no nosso tempo. Pensemos: Haverá consenso no referendo do aborto? Não, não enquanto a diferença fôr mínima, pois não pende decisão maior para nenhum dos lados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O universalismo ético com todas as verdades absolutas, era, para os sofistas, impossível de ser vivido porque trazia fundamentalismos e impossibilidades de vivência. Surge assim, o racionalismo livre com os sofistas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111541147806536512?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111541147806536512/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111541147806536512&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111541147806536512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111541147806536512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/05/sofistas.html' title='Sofistas'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111540833306246159</id><published>2005-05-06T19:13:00.000Z</published><updated>2005-05-06T19:38:53.350Z</updated><title type='text'>Primórdios da acção consciente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A descoberta da filosofia moral é já não uma moral vivida mas a sua descoberta, a moral refletida. A consciência da norma moral é reflectida tanto individualmente como socialmente. Começa-se a pensar sobre a legitimidade das normas e do reconhecimento da autoridade que as enuncia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Anteriormente assentámos em momentos sucessivos para a formação da razão ética, agora assentamos na constituição de uma razão ética.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É com os &lt;strong&gt;sofistas&lt;/strong&gt; que conhecemos pela primeira vez o relativismo moral, são eles que nos trazem o consensualismo ideal educativo, a formação espiritual consciente e com isso, o surgimento do racionalismo livre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os sofistas são um pouco mal vistos na história. Eram tidos por pessoas que queriam ensinar apenas a retórica sem se preocuparem com a verdade. Contudo, são os primeiros pedagogos, e foram eles que criaram as ciências da educação. Têm uma consciência clara que é possível determinar uma pessoa pela educação e são eles quem pensa num projecto educativo pela primeira vez (&lt;em&gt;Trívio&lt;/em&gt;: gramática, retórica e dialéctica; &lt;em&gt;Quadrívio&lt;/em&gt;: astronomia, geografia, música e matemática) o que antes não havia, e este mantém-se até ao fim da Idade Média. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta descoberta da filosofia moral envolve uma consciência da moral vivida, é já uma reflexão do vivido. Os modelos de moral estão implícitos nos textos mas ainda não abertamente ditos por absoluto. Explico: ainda que o produto da acção seja o mesmo, a natureza da acção é outra. Sendo reflectida, existe consciência da acção, apesar de não ser dito explícitamente, ou seja, o homem age racionalmente e é este modo de agir que legítima a acção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;"Qualquer projecto educativo é uma moral disfarçada"&lt;/em&gt; Wunenburger [séc.XX].&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111540833306246159?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111540833306246159/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111540833306246159&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111540833306246159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111540833306246159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/05/primrdios-da-aco-consciente.html' title='Primórdios da acção consciente'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111524518861246576</id><published>2005-05-04T21:39:00.000Z</published><updated>2005-05-04T22:19:48.850Z</updated><title type='text'>Os 7 Sábios e o Orfismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em continuação do post abaixo, da Poesia e Tragédia, temos os &lt;strong&gt;7 Sábios&lt;/strong&gt; que são o ideal de sabedoria que se exprime em normas de bem viver. Recordo que estamos a falar do período pré-socrático, onde ainda não haviam, digamos assim, «instituídas» quaisquer disciplinas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os temas dos 7 sábios eram as normas políticas e morais. Estes sábios não são conhecidos com certezas, mas sabe-se que Tales e Solon são 2 deles.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os sábios, possuidores de sabedoria, colocam-se numa dimensão teórico-práctica. Um conhecimento teórico só não terá grande utilidade se não aplicado à prática, e a sabedoria destes sábios é teórico-prática, como já se mencionou, ou seja, exprime-se em normas de bem viver, que, por sua vez, se exprimem quer a nível social quer individual. Há uma indissociabilidade entre normas políticas e morais. Não se pode separar uma da outra porque o indivíduo está na/ou pertence à sociedade. Não há para os gregos possibilidades do indivíduo viver fora da sua comunidade - da que nasceu e está inserido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O &lt;strong&gt;Orfismo&lt;/strong&gt; é uma corrente que alude à intensificação da espiritualidade e da interioridade. Os temas são a norma expressa e a obrigação de prestar contas da sua vida. Esta teoria do orfismo teve um grande impacto em Platão e caracteriza-se pela reencarnação da alma (teoria da reminescência). O corpo vive vidas, mas reencarnando em almas. A alma (&lt;em&gt;psiké&lt;/em&gt;) é o que dá vida, é o que &lt;em&gt;está&lt;/em&gt; no corpo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deus cria o homem assoprando-lhe nas narinas e assim o homem ganha vida, a alma é aqui princípio vital apenas (Génesis). Para os gregos, no orfismo, a alma não é apenas princípio vital, é também um processo que pode libertar a alma da rotatividade de incarnações - o caso do filósofo, que é aquele que possui a verdadeira sabedoria, que aplica o que sabe à vida. O filósofo é aquele que melhor conhece o Bem e é aquele que melhor o pratica. É o único que se pode libertar do ciclo sucessivo de reencarnação, que no fundo é a perfectibilidade da alma do homem. O homem vive muitas vidas pelas reencarnações para chegar à perfeição e se libertar da vida terrena. Uma alma que se esforça muito tem o «direito» de reencarnar num corpo melhor numa outra vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Portanto, como já se leu abaixo, a norma na poesia é exemplificada, nas tragédias é deliberada porque já é reflectida, nos 7 sábios é percebida na dimensão individual e social e no orfismo é francamente percebida na medida em que o homem, como também já se disse, «presta contas da sua vida».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Somos o resultado do nosso agir, o homem percebe isso, tem já consciência da sua perfectibilização e descobre a filosofia moral, depois do orfismo e antes de Aristóteles.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111524518861246576?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111524518861246576/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111524518861246576&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111524518861246576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111524518861246576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/05/os-7-sbios-e-o-orfismo.html' title='Os 7 Sábios e o Orfismo'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111489514692761921</id><published>2005-04-30T19:48:00.000Z</published><updated>2005-04-30T21:05:46.936Z</updated><title type='text'>A chain-letter culta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Corre a net à velocidade luz e mais cedo ou mais tarde apanha-nos na teia. Este veio da &lt;a href="http://conversamos.blogspot.com/"&gt;LN&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://educarparasaude.blogspot.com/"&gt;Miguel&lt;/a&gt; como também já mo tinha apresentado no defunto (quase a rejuvenescer) &lt;a href="http://escolaridades.blogspot.com/"&gt;Escolaridades&lt;/a&gt;, deixo-lhes um beijinho. :)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Depreendo pela pergunta que teria que ser obrigatoriamente um livro a ser queimado... hum... é maldade, não conseguiria queimar livros, mas hipoteticamente poderia ser a colecção completa das Sabrinas (eheh). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por uma personagem de ficção?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Não. Entram-me facilmente como ar, mas nunca ao ponto de ficar apanhadinha. Pela ficção em si sim, pelo personagem não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Qual foi o último livro que compraste?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;"O Crepúsculo do Dever - A ética indolor dos novos tempos democráticos" de Gilles Lipovetsky e o "Mito do Contexto - Em defesa da ciência e da racionalidade" de Karl Popper.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Qual o último livro que leste?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;"A Rebelião das Massas" de Ortega Y Gasset&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Que livros estás a ler?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Tenho sempre alguns em mãos, apesar de gostar de ler um de cada vez. "Sete cartas a um jovem filósofo" de Agostinho da Silva; "O futuro está aberto" de K. Popper e Konrad Lorenz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;"A Condição Humana" de Hannah Arendt (incontornável, mantenho LN)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;"O Existencialismo é um Humanismo" Sartre&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;"Ética a Nicómaco" Aristóteles&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;"CRP"; "CRPr"; "CFJ" de Kant (isto vai parecer muiiiiito estranho a vocês, mas numa ilha deserta...entendam!)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Levava tudo de Herman Hesse e de Goethe e... e... não sei fazer isto sem fazer batota!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Já agora, será que o MacGyver escreveu alguma coisa? Dava jeitinho na ilha. ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;A quem vais passar este testemunho (3 pessoas) e porquê?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Vou mandá-lo para o Vitor do &lt;a href="http://opovoebomtipo.blogspot.com/"&gt;Povo&lt;/a&gt;, para o Vasco do &lt;a href="http://vascomacieirashrine.blogs.sapo.pt/"&gt;Santuário&lt;/a&gt; e para a Beatriz do &lt;a href="http://poesispublica.blogspot.com/"&gt;Poesis&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Amanhem-se amigos! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Porquê? Não é por superstição, garanto-vos eu. Pela curiosidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111489514692761921?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111489514692761921/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111489514692761921&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111489514692761921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111489514692761921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/chain-letter-culta.html' title='A chain-letter culta'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111488920549715944</id><published>2005-04-30T18:29:00.000Z</published><updated>2005-04-30T19:26:45.500Z</updated><title type='text'>Poesia e Tragédia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A literatura grega pré-clássica é a expressão do processo de auto-formação/perfectibilização do homem. Esse processo registado pela literatura, é a vivência da moralidade pela moral vivida, ou seja, as manifestações do homem, o que é diferente da moral convencionada, que a título de exemplo, refiro os Direitos Humanos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta fase da humanidade ainda não se falava de ética, de moral ou de direito. Considera-se este um pré-momento da norma, que apesar de ainda não racionalizada, já estava exemplificada na Poesia, deliberada nas Tragédias (porque já era reflectida), expressa e percebida pelos 7 Sábios na dimensão individual e social e no Orfismo é francamente percebida, na medida em que o homem presta já contas da sua vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A poesia retrata narrativas acerca da relação da vida dos deuses com os homens. São teogonias sobre a condição do homem e o seu destino. Os temas passam pela educação e a virtude, que é a excelência do homem (&lt;em&gt;arete&lt;/em&gt;), e os exemplos são dados por heróis. A &lt;em&gt;arete&lt;/em&gt; é vista como um atributo de formação física e dirigida aos atributos físicos do herói.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O homem grego não tem liberdade, torna-se quase impotente e condicionado perante a força do destino (&lt;em&gt;moira&lt;/em&gt;) que acreditava já estar traçado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As tragédias são normativas para a comunidade e funcionam como formação espiritual do homem. Há nas tragédias uma vivência, um drama existencial mais profundo, e aqui, o homem já ganha maior dimensão espiritual, está mais humanizado. Logo, a sua capacidade deliberativa aumenta conforme a trama que aumenta também nas tragédias. Os temas tratados são a vontade, o destino, a deliberação, a lei divina e a lei cósmica e os exemplos dados são também através dos heróis e heroínas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar das parecenças com a poesia, as manifestações da necessidade, quer da Natureza quer do destino são visíveis, mas já com menos peso, com manifestações mais ténues. A força do destino vai diminuindo porque a dimensão espiritual do homem aumenta, intensifica-se ao avançar do tempo. Aqui as qualidades exaltadas são claramente as psicológicas, a &lt;em&gt;arete &lt;/em&gt;deixa de ser uma excelência física e passa a ser uma excelência espiritual. Começa-se a perceber uma procura por respostas, um descobrir da interioridade, e isso nota-se pelos heróis que começam já a revelar sentimentos e a exprimir a sua fraqueza, típica do homem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todas as tragédias exprimem uma normatividade, mas já para a comunidade e não como na poesia, que seria o exemplo para cada um. Todas são histórias acerca de deliberações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antígona é para Heidegger, a primeira obra ética, exprime o dilema entre a ética e o direito. A ética na pele de Antígona e o direito pela sua irmã Esmera. A acção de Antígona é determinada pela consciência e a acção de Esmera determinada de acordo com a lei política. Um dilema que representa a indecisão entre seguir aquilo que lhe dita a consciência ou obedecer às leis.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111488920549715944?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111488920549715944/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111488920549715944&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111488920549715944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111488920549715944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/poesia-e-tragdia.html' title='Poesia e Tragédia'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111474138663514443</id><published>2005-04-29T02:10:00.000Z</published><updated>2005-04-29T02:30:42.303Z</updated><title type='text'>Antígona de Sófocles</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em Antígona, a tragédia, tem como heroína Antígona, filha de Édipo e Jocasta.&lt;br /&gt;A intriga da história começa com uma alusão à guerra dos Sete contra Tebas, na qual os dois irmãos de Antígona, Etéocles e Polinices, se confrontam em lados opostos. Ambos morrem no campo de batalha mas, aos olhos de Creonte, tio daqueles, Polinices é considerado traidor de Tebas e, por isso, não lhe são concedidas honras fúnebres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antígona recusa-se a cumprir a ordem de Creonte e, considerando tratar-se de um dever sagrado dar sepultura aos mortos, infringe a ordem do soberano e realiza os rituais fúnebres a que o irmão tem direito. Devido a este acto de piedade, Antígona é condenada à morte pelo rei de Tebas e encarcerada viva no túmulo dos Labdácidas, de quem descende. A acção impiedosa do rei será punida no final da tragédia: ao tomar conhecimento da morte de Antígona, Hémon, filho de Creonte e noivo de Antígona, suicida-se. Por consequência deste segundo suicídio, é a vez de Eurídice, mãe de Hémon, decidir "morar eternamente no Hades".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antígona é caracterizada, essencialmente, pelo seu acto de desobediência, solitário e poderoso. É uma personagem que contém força e agressividade, sendo capaz de arriscar tudo em defesa dos seus princípios. Enquanto aos olhos de Creonte e de alguns conselheiros de Tebas, a filha de Édipo não passa de um ser movido pelo ódio e pela ambição, para outros ela é apenas uma jovem inocente, justa e acometida de piedade para com os mortos. Esta não é, pois, uma caracterização unânime.&lt;br /&gt;Do ponto de vista familiar, a heroína é uma personagem que representa o lado frágil e sofredor da família contra aquele que detém o poder. Antígona é, assim, detentora de um sentido político uma vez que é colocada ao mesmo nível do seu adversário, Creonte, o rei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A vida e a morte surgem como os valores mais importantes do ser humano, abordando concomitantemente outros temas como o amor fraternal e o respeito pelas leis humanas e naturais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já no seu tempo Sófocles havia criado os seus carácteres inspirado no ideal de conduta humana. Humanizou a tragédia e fez dela o modelo imortal da educação humana. Assim, Antígona eleva-se a uma grandeza humana pelo aniquilamento da sua própria felicidade terrena e da sua existência física e social. O drama de Sófocles gira em torno da imposição política que pesa sobre o espírito individual na interioridade silenciosa do ser. Este silêncio e também a solidão são as condições essenciais do teatro de Sófocles.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;«Apenas o tempo revela o homem justo; basta um dia para pôr a nu um pérfido»&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;«Há algo de ameaçador num silêncio muito prolongado»&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Leiam se puderem que é pequenina, foi considerada a primeira tragédia sobre os dilemas éticos.)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111474138663514443?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111474138663514443/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111474138663514443&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111474138663514443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111474138663514443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/antgona-de-sfocles.html' title='Antígona de Sófocles'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111469732041057143</id><published>2005-04-28T13:51:00.000Z</published><updated>2005-04-28T14:08:40.413Z</updated><title type='text'>Alegoria da Caverna</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Platão relata no seu livro &lt;em&gt;A Républica&lt;/em&gt; a bem conhecida &lt;em&gt;Alegoria da Caverna&lt;/em&gt;. Nela, seres humanos são prisioneiros numa caverna escura onde estão agrilhoados, e apenas podem olhar em frente e ver o movimento de sombras projectadas na parede. A realidade de que se apercebem são apenas essas sombras, nada sabem de si e dos outros. Sucede então que um desses seres humanos escapa das amarras e sai da caverna. Mas regressa para contar aos outros que permaneceram prisioneiros o que é o mundo exterior, o Universo, a Vida. Só que os prisioneiros desprezam tais relatos, acusando o colega "livre" como sendo louco e mentiroso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como pode a realidade ser tão complexa quando o que a sua experiência mostra são somente as sombras que se movem e existem nas paredes da caverna?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sto. Anselmo afirmou &lt;em&gt;Credo ut intelligam&lt;/em&gt; que me atrevo a traduzir como &lt;em&gt;Crer para Compreender&lt;/em&gt;. Acredito em modelos científicos que poderão dar a chave para formular as perguntas que definem estratégias onde encontrar as respostas e explicações sobre o Universo, mas também acredito que haja muito mais além disso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há o excerto da &lt;em&gt;Alegoria da Caverna&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/platao/alegoria.htm"&gt;neste endereço&lt;/a&gt;, é pequenino e não maça nada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Extraído da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;República&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, Livro VII, 514a-517c (Ed. Gulbenkian).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111469732041057143?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111469732041057143/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111469732041057143&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111469732041057143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111469732041057143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/alegoria-da-caverna.html' title='Alegoria da Caverna'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111456522978736986</id><published>2005-04-27T01:14:00.000Z</published><updated>2005-04-27T01:27:09.790Z</updated><title type='text'>Psicologia Transpessoal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Obviamente existirá toda uma série de conceitos nos quais eu não vou entrar por falta de tempo e por abordar este tema de uma forma muito, muito sucinta e sem grandes pormenores. Poderei eventualmente aprofundar alguns aspectos quando for oportuno no futuro e sempre que os leitores demonstrarem interesse, limitando-me a transferir os poucos conhecimentos que vou amealhando, não sendo propriamente um “&lt;em&gt;expert&lt;/em&gt;” mas apenas o amador (aquele que ama) que gosta de partilhar os seus valores.&lt;br /&gt;Como todos sabem ou podem facilmente depreender, a psicologia mais de que qualquer outra ciência cruza diversos campos das ciências ditas experimentais ou com substratos físicos mais evidentes. Numa lógica humanista e contrária a uma ciência redutora que perspectivaria o estudo humano segundo leis mecanicistas surge ou vai surgindo uma necessidade de englobar o ser humano no seu todo, conferindo um outro sentido à sua necessidade de auto-conhecimento. É neste contexto que surge esta ciência emergente denominada psicologia transpessoal ou psicologia da consciência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para melhor compreensão destes conceitos convém debruçarmo-nos sobre dois aspectos fundamentais, o transpessoal e a consciência. O transpessoal muito sucintamente define o que vai para além do pessoal ou ego propriamente dito e definiria o “eu” como uma entidade talvez mais “alargada” do que o entendimento comum, onde o ego poderia funcionar como condensador de uma realidade maior. A consciência é o complexo de fenómenos psíquicos que se apresentam na unidade de tempo e que permitem o conhecimento do próprio eu e do mundo exterior. Pode ser ainda definida de um modo mais abrangente, como a “&lt;em&gt;totalidade da experiência momentânea inserida na corrente contínua da vida psíquica&lt;/em&gt;”. É precisamente no cruzamento do transpessoal com a consciência que surgirá a realidade. Os conceitos de sincronicidade e de processo de individuação encorajam-nos a derrubar fronteiras entre subjectividade e objectividade, psique e matéria, causalidade e teleologia (finalidade do ser). Enquanto o físico trabalha com a matéria que se forma no cérebro, o psicólogo trabalha com realidades psíquicas que acredita condicionarem o conhecimento da realidade física. No fundo, ambos mergulham numa única realidade, visto que de ambas as partes existe um referencial de crenças do ponto de vista do &lt;em&gt;self&lt;/em&gt; ou da supra-consciência : o &lt;em&gt;Unus Mundum&lt;/em&gt; de Jung?&lt;br /&gt;Na psicologia da consciência teríamos que falar de muita coisa: dos sonhos, da vigília, realidades intermutáveis, &lt;em&gt;kundalini&lt;/em&gt;, transmigração da alma, estados modificados da consciência, tempo, identidade, ética, espiritualidade, evolução e expansão da consciência. O transpessoal é uma maturação do ser que depois de um percurso purificado faz evoluir o seu próximo, evoluindo com ele.&lt;br /&gt;O campo mais explorado pelo psicólogo “pronto” e ciente da sua responsabilidade é a psicoterapia através da qual ele é testemunha da mudança do seu paciente, pois ele acompanha-o no seu caminho, facultando-lhe ferramentas para a sua evolução que lhe permitam a reestruturação vivencial. Tomando consciência no verdadeiro sentido da expressão ou seja, subindo graus na pirâmide do seu auto-conhecimento. Ele vivência toda a sua realidade, ele é o epicentro perfeito do universo, sintonia do homem com o cosmos, harmonia divina.&lt;br /&gt;Não poderia acabar este humilde artigo sem fazer referência ao grande mestre Português em matéria de transpessoal, estou a falar do Dr. Mário Simões, psiquiatra, professor da Universidade Nova de Lisboa. O meu grande mestre Carl Gustav Jung, dissidente do Freud (com quem trabalhou num primeiro tempo) e grande teorizador do inconsciente colectivo, Ian Stevesson, psiquiatra americano, Pierre Weill, Seymour Boorstein entre outros psicoterapeutas e investigadores. Poderão também as pessoas interessadas visitar o site da ALUBRAT (associação Luso-Brasileira de Transpessoal). Espero ter desta forma dado o meu contributo para quem procura estar mais perto dos outros e do grande complexo do universo e quem sabe de dEUS.&lt;br /&gt;Um óptimo teste para verificar se ficou alguma coisa de tudo que leram é responderem com honestidade a pergunta quem sou eu? Espero que a vossa resposta tenha sido diferente, antes de lerem esta crónica e agora. Será? Quem sou eu?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pedro Alves &lt;a href="http://opovoebomtipo.blogspot.com/"&gt;d'O Povo é Bom Tipo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111456522978736986?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111456522978736986/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111456522978736986&amp;isPopup=true' title='22 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111456522978736986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111456522978736986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/psicologia-transpessoal.html' title='Psicologia Transpessoal'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>22</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111446364287306900</id><published>2005-04-25T21:12:00.000Z</published><updated>2005-04-25T21:14:02.873Z</updated><title type='text'>Democracia é...</title><content type='html'>... como um galinheiro onde todas as galinhas são livres e iguais assim como... as raposas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111446364287306900?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111446364287306900/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111446364287306900&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111446364287306900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111446364287306900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/democracia.html' title='Democracia é...'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111426219696204294</id><published>2005-04-23T12:53:00.000Z</published><updated>2005-04-23T13:20:52.936Z</updated><title type='text'>O que é a Filosofia?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A filosofia não cultiva dogmas, como a religião; a filosofia faz o contrário: procura destruir dogmas. Os cristãos, muçulmanos e hindus, partem do princípio de que existe Deus. A filosofia pergunta: mas que razões temos para pensar que existe Deus? E, admitindo que existe um deus sumamente bom e criador, omnisciente e omnipotente, como se explica a existência do mal? A filosofia faz as perguntas difíceis que muitas pessoas gostariam de calar, e que efectivamente têm muitas vezes conseguido calar ao longo da infeliz história humana. Podemos dizer, poeticamente, que a filosofia é um grito de liberdade contra a opressão do dogma. E nisto, uma vez mais, a filosofia é semelhante à ciência. O que distingue os problemas da filosofia dos problemas da ciência é o seu carácter conceptual, a sua generalidade e a inexistência de fronteiras precisas. Os problemas da matemática são também bastante gerais e em grande medida conceptuais - mas têm fronteiras muito precisas. Não se pode determinar matematicamente se os animais têm direitos; não se pode determinar matematicamente se Deus existe - e nem sequer se pode determinar matematicamente se os números existem independentemente de nós. Qualquer problema com suficiente generalidade, de carácter conceptual e para a solução do qual não exista qualquer ciência pode ser um problema filosófico. Os problemas da matemática têm fronteiras muito claras: têm de poder ser resolvidos pelos métodos formais da matemática. Em filosofia, pelo contrário, não há métodos formais para resolver problemas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A filosofia é uma actividade crítica, que consiste na tentativa de compreensão sistemática dos nossos conceitos mais básicos. Conceitos como os seguintes: bem, arte, justiça, beleza, verdade, validade, igualdade, identidade, liberdade, existência, etc., etc. A filosofia não é a sua história. A filosofia interpela-nos a enfrentar os mesmos problemas que os grandes filósofos do passado enfrentaram; interpela-nos a pensar pela nossa própria cabeça. Um estudante sério de filosofia aprende a pensar pela sua própria cabeça, aprende a defender as suas opiniões com argumentos sólidos - não aprende a repetir de forma palavrosa o que disse Kant ou Hegel ou Aristóteles. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A atitude que reduz a filosofia a um jogo de palavras inconsequente, obscuro, palavroso e acrítico é uma traição ao projecto original da filosofia; é má filosofia. Acho que essa traição tem todo o direito de existir; mas acho que não tem o direito de procurar calar o projecto original da filosofia. Isso seria tão absurdo como ter os maus músicos a calar, nos conservatórios, os músicos de qualidade. Devemos ser tolerantes. Mas devemos dizer - cordialmente - que a pseudofilosofia não é a única alternativa que existe. Há outras formas de fazer filosofia; formas mais criativas, mais consequentes, mais claras e, sobretudo, mais críticas e menos palavrosas. A escolha deve ser livre e deve haver igualdade de oportunidades para todos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.terravista.pt/Guincho/2644/"&gt;Desidério Murcho&lt;/a&gt; ---&gt; &lt;a href="http://pensologosou.no.sapo.pt/filosofia.htm"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111426219696204294?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111426219696204294/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111426219696204294&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111426219696204294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111426219696204294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/o-que-filosofia.html' title='O que é a Filosofia?'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111419044984453822</id><published>2005-04-22T17:18:00.000Z</published><updated>2005-04-22T17:20:49.846Z</updated><title type='text'>As Bases da Sociedade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"Politicamente falando, não há mais do que um princípio - a soberania do homem sobre si mesmo. Essa soberania de mim e sobre mim chama-se Liberdade. Onde duas ou mais destas soberanias se associam principia o Estado. Nesta asssociação, porém, não se dá abdicação de qualidade nenhuma. Cada soberania concede certa quantidade de si mesma para formar o direito comum, quantidade que não é maior para uns do que para os outros. Esta identidade de concessão que cada um faz a todos chama-se Igualdade. O direito comum não é mais do que a protecção de todos dividida pelo direito de cada um. Esta protecção de todos sobre cada um chama-se Fraternidade. O ponto de intersecção de todas estas soberanias que se agregam chama-se Sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora, sendo essa intersecção uma junção, por consequência esse ponto é um nó. Daqui vem o que nós chamamos laço social. Dizem alguns «contrato social», o que vem a ser o mesmo, visto que a palavra contrato é etimologicamanete formada com a ideia de laço. Vejamos agora o que é a igualdade, pois se a liberdade é o cume, a igualdade é a base. A igualdade, cidadãos, não é o nivelamento de toda a vegetação; uma sociedade de grandes cânulas de erva e pequenos carvalhos; um tecido de invejas; é, civilmente, a admissão de todas as aptidões; politicamente, o mesmo peso para todos os votos."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Victor Hugo, &lt;em&gt;in &lt;strong&gt;Os Miseráveis&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Via &lt;a href="http://osereonada.blogspot.com/"&gt;O Ser e o Nada&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111419044984453822?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111419044984453822/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111419044984453822&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111419044984453822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111419044984453822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/as-bases-da-sociedade.html' title='As Bases da Sociedade'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111414143466047392</id><published>2005-04-22T03:42:00.000Z</published><updated>2005-04-22T03:44:41.683Z</updated><title type='text'>Do Silêncio e da Treva</title><content type='html'>Labirinto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sozinha caminhei no labirinto&lt;br /&gt;Aproximei meu rosto do silêncio e da treva&lt;br /&gt;Para buscar a luz dum dia limpo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sophia de Mello Breyner Andresen&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111414143466047392?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111414143466047392/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111414143466047392&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111414143466047392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111414143466047392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/do-silncio-e-da-treva.html' title='Do Silêncio e da Treva'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111403539221551592</id><published>2005-04-20T22:13:00.000Z</published><updated>2005-04-20T22:16:32.216Z</updated><title type='text'>Certeza Interior</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;«Quem decide arrostar com o mar da vida tem de tornar-se um navegador; tem de aprender a defrontar-se com ventos e correntes, com leis e limites. Um Colombo não zomba das leis, alarga-as. Não se faz ao mar para alcançar um país imaginário. Descobre um mundo novo acidentalmente. E tais acidentes são os frutos legítimos do atrevimento; de um atrevimento que não é imprudência mas o produto de uma certeza interior.»&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Henry Miller, &lt;em&gt;O Tempo dos Assassinos&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao &lt;a href="http://opovoebomtipo.blogspot.com"&gt;Vitor&lt;/a&gt;, meu amigo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111403539221551592?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111403539221551592/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111403539221551592&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111403539221551592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111403539221551592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/certeza-interior.html' title='Certeza Interior'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111395343174246597</id><published>2005-04-19T23:17:00.000Z</published><updated>2005-04-19T23:30:31.746Z</updated><title type='text'>O Triunfo da Ignorância</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;As relações privadas entre os homens formam-se, parece, segundo o modelo do &lt;em&gt;bottleneck&lt;/em&gt; industrial. Até na mais reduzida comunidade, o nível obedece ao do mais subalterno dos seus membros. Assim, quem na conversação fala de coisas fora do alcance de um só que seja comete uma falta de tacto. O diálogo limita-se, por motivos de humanidade, ao mais chão, ao mais monótono e banal, quando na presença de um só 'inumano'. Desde que o mundo emudeceu o homem, tem razão o incapaz de argumentar. Não necessita mais do que ser pertinaz no seu interesse e na sua condição para prevalecer. Basta que o outro, num vão esforço para estabelecer contacto, adopte um tom argumentativo ou panfletário para se transformar na parte mais débil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto que o &lt;em&gt;bottleneck&lt;/em&gt; não conhece nenhuma instância que vá além do factual, quando o pensamento e o discurso remetem forçosamente para semelhante instância, a inteligência torna-se ingenuidade, e isso até os imbecis entendem. A conjura pelo positivo actua como uma força gravitória, que tudo atrai para baixo. Mostra-se superior ao movimento que se lhe opõe, quando com ele já não entra em debate. O diferenciado que não quer passar inadvertido persiste numa atitude estrita de consideração para com todos os desconsiderados.&lt;br /&gt;Estes já não precisam de sentir nenhuma intranquilidade da consciência. A debilidade espiritual, confirmada como princípio universal, surge como força de vida. O expediente formalisto-administrativo, a separação em compartimentos de tudo quanto pelo seu sentido é inseparável, a insistência fanática na opinião pessoal na ausência de qualquer fundamento, a prática, em suma, de reificar todo o traço da frustrada formação do eu, de se subtrair ao processo da experiência e de afirmar o 'sou assim' como algo definitivo, é suficiente para conquistar posições inexpugnáveis. Pode estar-se seguro do acordo dos outros, igualmente deformados, como da vantagem própria. Na cínica reivindicação do defeito pessoal pulsa a suspeita de que o espírito objectivo, no estádio actual, liquida o subjectivo. Estão &lt;em&gt;down to earth&lt;/em&gt;, como os antepassados zoológicos, antes de se alçarem sobre as patas traseiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Theodore Adorno, &lt;em&gt;in &lt;strong&gt;Minima Moralia&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;(Este post vai direitinho para aquele que eu e o E. Montenegro sabemos)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111395343174246597?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111395343174246597/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111395343174246597&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111395343174246597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111395343174246597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/o-triunfo-da-ignorncia.html' title='O Triunfo da Ignorância'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111393648850733657</id><published>2005-04-19T18:21:00.000Z</published><updated>2005-04-19T18:48:08.510Z</updated><title type='text'>Espiritualismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Do latim &lt;em&gt;spiritualis&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;spiritalis&lt;/em&gt;: «&lt;em&gt;próprio à respiração&lt;/em&gt;», «&lt;em&gt;espiritual&lt;/em&gt;».&lt;br /&gt;Sentido comum é uma doutrina que consiste em afirmar que o espírito não se reduz à vida e/ou que a vida não se reduz à matéria (oposto ao materialismo). Na metafísica é uma teoria filosófica segundo a qual existem duas substâncias radicalmente distintas, o espírito e a natureza. A primeira é caracterizada pelo pensamento e pela liberdade, a segunda pela extensão e pelo movimento. Na moral, o espiritualismo, é uma teoria que defende que a vida humana admite os seus próprios fins (a justiça, a liberdade, etc) que não poderiam reduzir-se aos únicos interesses do vivo, podendo até mesmo ser levados a contradizê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu sentido metafísico, o termo &lt;em&gt;espiritualismo&lt;/em&gt; refere-se a uma longa tradição que vem de Anaxágoras (séc. V a.C.) e que se perpetua em toda a filosofia cartesiana (Descartes, Malebranche, Espinosa, Leibniz...). Para Anaxágoras, o espírito é o &lt;em&gt;noús&lt;/em&gt;, ou seja, «&lt;em&gt;a alma&lt;/em&gt;» ou «&lt;em&gt;o sopro&lt;/em&gt;» fluido e movente, que se opõe à matéria, sólida e inerte. A filosofia idealista no seu conjunto admite, também ela, esta oposição categórica entre o espírito (princípio de unificação e de conhecimento) e a matéria (estendida e inerte) assim como a supremacia do primeiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O dualismo cartesiano radicaliza ainda esta oposição, mas reconhece a autonomia da matéria: esta última obedece às suas próprias leis (mecanismo) e, portanto, já não é totalmente subordinada ao espírito. Além disso, na obra de Descartes, a consciência deixa de ser um «&lt;em&gt;sopro&lt;/em&gt;» ou uma «&lt;em&gt;chama&lt;/em&gt;» para se tornar um princípio de conhecimento e de representação do universo inteiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A questão que será posta a seguir diz respeito às relações (dificilmente inteligíveis) entre duas substâncias consideradas como radicalmente estranhas uma à outra. No séc. XX, um debate muito animado continua a opôr os adeptos do materialismo e os adeptos de um espiritualismo metafísico renovado. Segundo Bergson (que representa esta segunda posição), o espírito não é um efeito do corpo, e a vida no geral é irredutível à matéria. Longe de ser a chave do funcionamento do espírito, o cérebro é só o instrumento e o suporte: é apenas "&lt;em&gt;o conjunto dos dispositivos que permitem ao espírito responder à acção das coisas através de reacções motrizes [...] cuja exactidão assegura a perfeita inserção do espírito na realidade&lt;/em&gt;"*.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;br /&gt;Henri Bergson, "&lt;em&gt;A Alma e o Corpo&lt;/em&gt;" &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Energia Espiritual&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111393648850733657?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111393648850733657/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111393648850733657&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111393648850733657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111393648850733657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/espiritualismo.html' title='Espiritualismo'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111393477361956784</id><published>2005-04-19T17:57:00.000Z</published><updated>2005-04-19T18:19:33.620Z</updated><title type='text'>Materialismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No seu sentido pejorativo, materialismo é a atitude ou a doutrina caracterizada por uma ligação aos bens materiais (riqueza, etc) e por uma ausência de ideal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Filosofia, é uma teoria segundo a qual, a matéria é a única realidade existente (monismo), ou a matéria é a realidade fundamental a partir da qual se explica a vida espiritual (Marx, Freud, Nietzsche - chamados filósofos da suspeita). O materialismo opõe-se a idealismo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A palavra «materialismo» é equívoca. Por um lado, é muitas vezes utilizada numa intenção polémica: ser «materialista», é ser acusado de explicar o «superior» (o espírito) pelo «inferior» (a matéria), ou então recusar Deus, a imortalidade da alma e, no geral, a religião. Materialismo pode ser neste sentido sinónimo de ateísmo. O termo adquire um valor positivo a partir do séc XVIII, acompanhando o desenvolvimento da crítica dos dogmas religiosos. Uma outra dificuldade resulta da diversidade dos conceitos da matéria própria das diferentes filosofias materialistas, desde o antigo atomismo até ao desenvolvimento da ciência moderna. Finalmente, em história e em sociologia, principalmente no seguimento de Marx, «materialismo» pode designar, não um sistema geral do mundo, mas um método de explicação dos comportamentos sociais a partir das estruturas materiais (económicas) da sociedade (materialismo histórico).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Materialismo Dialéctico&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Concebido nos anos 30 na URSS, o materialismo dialéctico é a elaboração dogmática de certos princípios gerais da filosofia de Marx num sistema metafísico, explicando a globalidade dos processos da natureza e da sociedade através de leis «dialécticas» da matéria em movimento. esta filosofia oficial apoiou-se em determinados textos de Engels, principalmente na &lt;em&gt;Dialéctica da Natureza.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Materialismo Histórico&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Filosofia marxista da história, segundo a qual a arquitectura completa de uma sociedade, assim como as leis que presidem às suas transformações, explica-se pela natureza e pela evolução da sua estrutura económica. Os indivíduos agem então na história em função das forças sociais que as determinam, e não dos ideais e dos objectivos que fixam conscientemente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111393477361956784?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111393477361956784/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111393477361956784&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111393477361956784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111393477361956784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/materialismo.html' title='Materialismo'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111393335692923142</id><published>2005-04-19T17:53:00.000Z</published><updated>2005-04-19T17:55:56.930Z</updated><title type='text'>Positivismo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O positivismo caracteriza-se pela atitude de confiança em relação aos métodos e aos resultados da ciência experimental. Por extensão, qualquer filosofia que privilegie o conhecimento científico deve combater a metafísica.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esta atitude científica substitui por uma lei invencível do progresso do espírito humano, as crenças teológicas ou as explicações metafísicas. Ao tornar-se científico, o espírito renuncia à questão do «porquê?», ou seja, renuncia procurar a explicação absoluta das coisas. Limita-se ao «como?», ou seja, à formulação das leis da natureza, aproveitando, por intermédio de observações e de experiências repetidas, as relações constantes que unem os fenómenos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O positivismo criou também a escola filosófica que se desenvolveu nos anos de 1920-1930 em Viena. O seu projecto consistia em basear a ciência numa linguagem inteiramente redutível a formulações de observações directas, e denunciar na metafísica um conjunto de proposições não significantes por serem experimentalmente inverificáveis (empirismo lógico).&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111393335692923142?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111393335692923142/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111393335692923142&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111393335692923142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111393335692923142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/positivismo.html' title='Positivismo'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111387212462355798</id><published>2005-04-19T00:52:00.000Z</published><updated>2005-04-19T00:55:24.623Z</updated><title type='text'>Henri Bergson (Paris, 1859 - idem, 1941)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Filósofo e escritor francês. Esmeradamente educado, em 1900 é nomeado professor no Colégio de França, onde as suas aulas obtêm um êxito sem precedentes. Membro do Instituto de França desde 1901, ingressa na Academia Francesa em 1914. Em 1928 obtém o Prémio Nobel de Literatura. Morre durante a ocupação alemã de França após expressar a sua adesão moral ao catolicismo, apesar da sua origem judia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desfruta em vida de uma popularidade e de uma aceitação insólitas num pensador. A sua filosofia está em estreita relação com o positivismo do século XIX e com o espiritualismo francês, com os quais tenta elaborar uma original simbiose. Definitivamente, o que busca é uma superação do positivismo. Num clima positivista, de aparecimento da crítica científica, de polémica espiritualista, de neokantismo, tudo isso condicionado pelo auge da ciência, Bergson aborda o problema da relação sistemática do conhecimento científico e a metafísica. Para a superação do positivismo, Bergson apoia-se no positivismo evolucionista de Spencer. Esforça-se por transferir os princípios positivos para o campo das ciências humanas e da religião, valendo-se de um princípio de explicação de toda a realidade: a evolução. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A sua ideia básica é que a realidade é duração real. E o local em que se evidencia que a realidade é duração é a consciência, onde se unem a experiência e a intuição. A intuição é a alma da verdadeira experiência, o acto que nos coloca dentro das coisas; não um acto estático, mas uma actividade viva, a própria duração da realidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para Bergson, o homem é capaz de superar o domínio da inteligência e de guardar o impulso criador, superando o nível estático da moral e da religião até transcender plenamente o &lt;em&gt;élan vital&lt;/em&gt;, o impulso vital, que definitivamente, é de Deus, se não é o próprio Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111387212462355798?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111387212462355798/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111387212462355798&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111387212462355798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111387212462355798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/henri-bergson-paris-1859-idem-1941.html' title='Henri Bergson (Paris, 1859 - idem, 1941)'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111368791183955423</id><published>2005-04-16T21:35:00.000Z</published><updated>2005-04-16T21:45:11.840Z</updated><title type='text'>Crash</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Amigos, tive daqueles pequenos grandes problemas com o portátil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como sou uma criatura organizadíssima, não tinha nada, ou quase nada gravado em cd's. Sim, perdi tudo menos a dignidade  (o amor próprio ainda está a voltar ao lugar), portanto àqueles com quem já troquei emails, só posso aguardar que tenham a bondade em fazê-lo novamente. Teria muito gosto em manter o contacto. :)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111368791183955423?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111368791183955423/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111368791183955423&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111368791183955423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111368791183955423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/crash.html' title='Crash'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111352838327408031</id><published>2005-04-15T01:17:00.000Z</published><updated>2005-04-15T01:26:23.280Z</updated><title type='text'>Escola Cultural</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(..) O olhar original do Homem sobre si próprio – ao abrir, pela consciência, o desdobramento que faz dele dois – é axiológico. O eu vê-se e desgosta-se de si, por incoincidência de si com-sigo, pela desvalia de si que essa incoincidência manifesta e é. Escreveu Ortega, em Unas Lecciones de Metafisica: “Lo que hace más falta es ser”. O que ao Homem faz falta, e isso se revela no olhar de si para si, é ser: é ser ele próprio. Isso é o que o eu experiencia, ao ver-se no eu visto. O poeta-filósofo português Fernando Pessoa escreveu assim, numa quadra simples e quase popular: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“Brincava o menino &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Com o carro de bois. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Sentiu-se brincando &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;E disse: eu sou dois”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pois sou. Só que o segundo põe a nu que eu afinal não sou eu, que eu é algo, é alguém que tenho para ser e que tenho, no fim de contas, de ser, mas que não estou (ainda) a ser. Este é o imperativo categórico axiológico que retumba na consciência do Homem: tens de ser tu mesmo, plenamente; tenho de ser eu mesmo, plenamente; essa plenitude é a plenitude do valor que eu sou.&lt;br /&gt;Assim, a actividade de aproximação a si mesmo que o eu desde logo empreende e é a Educação, é também o culto e a cultura de si mesmo, é também o crescimento de si em valor. E assim vão emergindo e crescendo os valores. Vão emergindo como os frutos nas árvores do pomar. Vão emergindo plurais e diversos, provindo todos da fonte de vida única que alimenta o pomar inteiro, árvore por árvore, como na humanidade acontece pessoa por pessoa, sendo aí a humanidade o pomar. (&lt;a href="http://www.aepec.pt/"&gt;...&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Manuel Ferreira Patrício, Presidente da Direcção da &lt;a href="http://www.aepec.pt/"&gt;AEPEC&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;(Se tiver mais tempo, leia o artigo todo sff.)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111352838327408031?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111352838327408031/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111352838327408031&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111352838327408031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111352838327408031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/escola-cultural.html' title='Escola Cultural'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111351440763806662</id><published>2005-04-14T21:10:00.000Z</published><updated>2005-04-14T21:33:27.640Z</updated><title type='text'>Educar - Uma questão de Ser</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Até meados do século a educação referia-se a um período da vida, ao período escolar. Fazíamos um curso, na melhor das hipóteses um curso universitário, para "nos prepararmos para a vida". E depois de recebermos o diploma, considerávamo-nos preparados e íamos viver.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A existência humana dividia-se em duas partes, a da educação e a da vida. Hoje e a partir da evolução da segunda metade do século, sabemos que não é assim. Entendemos a educação como processo permanente da vida toda, desde que nascemos até que morremos, através das suas diferentes fases, de crianças, de jovens e de adultos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta perspectiva, o que é educar? Em primeiro lugar, não é ensinar. Ensinar é uma função importante, continua a ser importante, mas não é, de longe, a fundamental. Porque, em educação o essencial não é transmitir conhecimentos mas criar condições para que as pessoas cresçam, se desenvolvam, sejam, até se realizarem em plenitude. Educar, portanto, abarca imensamente mais do que ensinar. Não se trata de obter conhecimentos, mas de crescer em todas as dimensões da vida. Não é, portanto, uma questão de ter, de ter conhecimentos que se transmitem e se adquirem como nas transações de uma feira de trocas, que se vendem e se compram como numa grande superfície comercial, cuja propriedade se defende como acontece com os direitos de autor ou com as patentes. Não é objectivo de uma pedagogia bancária, mas de uma pegadogia problematizadora (Paulo Freire).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Educar é uma questão de &lt;em&gt;Ser&lt;/em&gt;. E de &lt;em&gt;crescer&lt;/em&gt;. A partir daquilo que recebemos pelo nascimento, (latim &lt;em&gt;nascere, natum&lt;/em&gt;), do que somos por natureza, e das condições favoráveis que nos possam ser criadas, e através do desenvolvimento e do exercício de todas as nossas capacidades,&lt;em&gt; crescer&lt;/em&gt; até atingirmos a plena realização como pessoa, como cidadão, como profissional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;José Ribeiro Dias, "A Educação na viragem do milénio: De Edgar Faure a Jacques Delors. Ensaio de enquadramento conceptual" &lt;em&gt;in Educação: Caminho para o séc. XXI - Actas do I Colóquio de Filosofia da Educação&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111351440763806662?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111351440763806662/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111351440763806662&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111351440763806662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111351440763806662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/educar-uma-questo-de-ser.html' title='Educar - Uma questão de Ser'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111342174426929819</id><published>2005-04-13T19:40:00.000Z</published><updated>2005-04-13T19:49:04.273Z</updated><title type='text'>What is the meaning of the rise in popularity of philosophy?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Where's Stephen?" asks Michael Lacewing, scouring the emptying hall. "Ah," he says, spotting his star speaker, "surrounded by six girls - as usual." It's six schoolgirls to be precise, but Lacewing is not trying to be sardonic.&lt;br /&gt;Stephen Law may have huge teen appeal, but he has children of his own and the stage he has just vacated was used for nothing more lascivious than a talk to sixth formers, for Law is a university lecturer and author of two successful books of philosophy for younger readers, The Philosophy Files and The Outer Limits.&lt;br /&gt;Law is but one public face of a remarkable increase in the popularity of philosophy among 16- to 18-year-olds. At the last sitting, 23% more students were answering questions about the theory of knowledge, Plato's Republic or Marx and Engels's The German Ideology in the intermediate philosophy AS examination than in the year be fore. At the same time, 19% more than in 2003 were writing about the philosophy of mind, Aristotle's Nichomachean Ethics or Nietzsche's Beyond Good and Evil for the final A2 exam.&lt;br /&gt;What explains philosophy's increasing popularity? Lacewing is a university lecturer whose company, A-level Philosophy, organises conferences (which I sometimes speak at) for the growing number of students and teachers taking the subject. He thinks it's just a matter of supply catching up with demand. "The meaningful questions of life have always exercised the adolescent mind," he says. "What has changed is the opportunity to express that curiosity."&lt;br /&gt;Graveney, a multi-ethnic comprehensive in Tooting, south London, is a case in point. Until three years ago, when the first 14 teenagers took the new AS course, philosophy wasn't even available. Now, the school has 56 students taking the subject, plus a further 52 taking a philosophy A-level by another name by studying critical thinking or by taking the philosophy of religion and ethics options in religious studies.&lt;br /&gt;The head of philosophy at Graveney, Rebecca Woodhall, says that the subject is "seen as being intellectually macho". Her students confirm this. Sam Watson, who was first turned on to philosophy by The Matrix films, says, "I thought I wasn't being challenged enough before I took philosophy." Lisa Mellany enjoys it because "I really like arguing" and, as her friend Ruth Taylor says, "in philosophy your opinion's worth something".&lt;br /&gt;The subject also has the unusual merit of being interesting for its own sake. "With some subjects you're learning things to write down in exams," says another Graveney student, Alex Crede. "But in philosophy what you're learning you actually find interesting, which makes a change." So&lt;br /&gt;interesting that, as Jim Turner says, "you can leave a philosophy lesson talking about what you did".&lt;br /&gt;These reactions would not surprise Anthony O'Hear, director of the Royal Institute of Philosophy. "I would be inclined to say that philosophy is perennially interesting to young people because it deals with questions many puzzle about in their youth, but which most forget about in the hubbub of adult life." The institute has helped to meet this demand by supplying visiting lecturers to schools, offering grants for conferences, and publishing a journal, Think, aimed at both school students and general readers, which Stephen Law edits.&lt;br /&gt;The philosophy A-level is very different from the philosophy for children (P4C) programmes that have periodically grabbed the attention of the media. P4C is aimed at younger children, from primary school upwards, and centres on a process called "Socratic dialogue" rather than the texts and arguments of the western philosophical tradition. The aim of P4C is to develop critical thinking skills and the ability to discuss issues in groups. While the A-level shares these aims, it is also a pretty heavyweight introduction to the arguments of the greats, from Plato to John Rawls. There is no messing with gentler introductions such as Sophie's World or Alain de Botton.&lt;br /&gt;For the AS examination, theory of knowledge, which deals with the fundamental questions of what knowledge is and whether we know anything at all, is compulsory. This is real, in-at-the-deep-end stuff. You may have no clue what the difference is between foundationalism and reliabilism, or what it means to say knowledge is justified true belief, but plenty of 17-year-olds are perfectly conversant with these ideas, even if it is the part of the course they tend to enjoy the least.&lt;br /&gt;In addition, students choose between moral philosophy and the philosophy of religion, options that tend to fire their enthusiasm because they relate to questions every curious and intelligent teenager asks: Is there a God? Why should I be good? Should I eat meat? They also study a classic text by Plato, Descartes, Marx and Engels, or Sartre.&lt;br /&gt;At A2 level, they will move on to the philosophy of mind, political philosophy or the philosophy of science; study another text by Aristotle, Hume, Mill, Nietzsche, Russell or Ayer; and undertake an extended synoptic essay, in which they draw together related threads of the course according to their own interests.&lt;br /&gt;For those hidden philosophy students who are nominally taking religious studies but in reality are focusing entirely on studying ethics and the philosophy of religion, the syllabus is just as demanding, though perhaps more accessible, due to the absence of the set texts and the theory of knowledge. Issues such as the ethics of abortion, euthanasia and animal rights are guaranteed to spark interest among the students. They also grapple with the arguments for the existence of God and the problem of how a benevolent deity could allow needless suffering, such as that caused by the Asian tsunami.&lt;br /&gt;The interest of sixth formers is being sustained through to the point at which they apply to university. Data from the Universities and Colleges Admissions Service shows that overall applications to philosophy degrees rose by 20% between 2000 and 2003, the last year for which admissions data is available, compared with a 7.8% rise for applications in general. Between 2002 and 2003, philosophy applications went up by 15.5%, compared with 3.3% for all subjects.&lt;br /&gt;Brendan Larvor, head of philosophy at the University of Hertfordshire, says he is seeing "more and more students who have done philosophy A-level" among applicants. He sees this as a welcome development, because "most other philosophy undergraduates spend the first year wondering what philosophy is and whether they like it".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julian Baggini, editor of &lt;em&gt;The Philosopher's Magazine&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tuesday April 5, 2005 &lt;em&gt;in The Guardian&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111342174426929819?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111342174426929819/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111342174426929819&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111342174426929819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111342174426929819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/what-is-meaning-of-rise-in-popularity.html' title='What is the meaning of the rise in popularity of philosophy?'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111335052765313197</id><published>2005-04-12T23:58:00.000Z</published><updated>2005-04-13T00:04:01.970Z</updated><title type='text'>De Olhos Abertos...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Contudo, nem sempre as coisas são tão más como aparentam ser e não é justo catalogar as pessoas com determinadas instabilidades emocionais como sendo não normais e necessitarem automaticamente de tratamento psicológico, psiquiátrico (...) Às vezes uma conversa ajustada, (...) podem ser mais eficazes do que horas e horas a remexer num passado enterrado. É para isso que serve o Aconselhamento Filosófico."&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Amândio Fontoura e Conceição Sampaio&lt;/strong&gt; são os autores do 1º Livro em Português sobre&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://apaef2005.weblog.com.pt/"&gt;Aconselhamento Filosófico&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;span style="font-size:85%;"&gt;intitulado&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De olhos abertos... para uma Filosofia de Bem-Estar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Editora Hugin, 2004&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111335052765313197?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111335052765313197/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111335052765313197&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111335052765313197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111335052765313197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/de-olhos-abertos.html' title='De Olhos Abertos...'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111306865348296385</id><published>2005-04-09T17:14:00.000Z</published><updated>2005-04-09T18:02:00.896Z</updated><title type='text'>Investigação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Parece assim que as nossas convicções ou «opiniões filosóficas» não têm tempo para entrar longamente em diálogo com os grandes génios da tradição filosófica, em virtude da urgência das decisões concretas que a vida nos impõe. Mas o dilema que resulta desta situação volta a colocar-nos perante novos problemas. Ou temos que atrasar indefinidamente, por assim dizer até ao fim da vida, a tomada de posição sobre as grandes ideias que não só nos fazem compreender a existência, mas nos permitem orientá-la e vivê-la, ou devemos a seu respeito decidir-nos numa meia obscuridade, sem verdadeiro conhecimento de causa e sem um processo suficientemente instruído.&lt;br /&gt;No primeiro caso, transforma-nos-íamos pouco a pouco em boas cabeças pensantes, mas paralelamente a nossa existência vivida desenvolver-se-ía muitas vezes de modo não filosófico, como que à margem do trabalho filosófico. No segundo caso, a exigência do filósofo aproximar-se-ía da do homem comum, para o qual as opiniões existenciais - isto é, as convicções em função das quais a vida concreta se orienta diariamente - se formam sob o impacto de elementos menos racionais do que afectivos ou empíricos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O prolongamento destas considerações de ordem geral leva-nos a compreender que esta alternativa, que não tem nada de fictício apresenta uma saída aceitável. É o devir temporal e progressivo do homem, do filósofo, no seu vaivém entre a existência vivida e o pensamento. Um verdadeiro caminho de pensamento nunca se traça de modo puramente solitário, sem o diálogo com o pensamento de outros, nem nunca totalmente à maneira de fiel copista e comentador. Quanto a este diálogo com as filosofias que nos precederam ou que nos acompanham, é preciso acrescentar que cada um de nós entra nele na medida das suas possibilidades. É precisamente aqui que é válido o adágio escolástico &lt;em&gt;«quidquid recipitur ad modum recipientis recipitur».&lt;/em&gt; Diremos que esta resposta é a do bom senso, em função da qual aparece a dupla conotação utópica dos dois modos da alternativa apresentada. É efectivamente utópico pensar que se possa filosoficamente esperar até ao fim da sua vida para tomar uma decisão acerca dos valores em causa na própria existência. Mas também é utópico julgar que, no caso da filosofia, esta decisão possa ser tomada irracionalmente ou pseudo-racionalmente, sem um sério confronto com o pensamento filosófico anterior.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Michel Renaud &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; "O Ponto de Partida das Meditações Cartesianas de Husserl", &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.facfil.ucp.pt/rpf.htm"&gt;Revista Portuguesa de Filosofia&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, tomo 40, Actas do II Colóquio Português de Fenomenologia, 1985 [4], 198 pp. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111306865348296385?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111306865348296385/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111306865348296385&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111306865348296385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111306865348296385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/investigao.html' title='Investigação'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111299591220918202</id><published>2005-04-08T21:21:00.002Z</published><updated>2005-04-08T22:46:44.530Z</updated><title type='text'>Inteligência Espiritual</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O QEs é uma capacidade tão antiga como a Humanidade, mas o conceito só foi totalmente desenvolvido pela primeira vez neste livro. Até agora a ciência e a psicologia científica têm tido dificuldades em discutir o sentido e o seu papel nas nossas vidas. A inteligência espiritual tem sido uma coisa estranha para os académicos porque a ciência existente não está equipada para estudar coisas que não possam ser medidas objectivamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Existem na verdade provas cientificas do QEs nos recentes estudos neurológicos, psicológicos e antropológicos da inteligência humana. Os cientistas já fizeram a maior parte da investigação básica que revela as fundações neurais do QEs, mas o paradigma do QI dominante obscureceu as investigações posteriores. Este livro irá reunir quatro correntes de investigação especifica que até agora permaneceram separadas devido à natureza altamente especializada da ciência existente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, no início dos anos 90, a investigação levada a cabo pelo neuropsicólogo Michael Persinger, e mais recentemente, em 1997, pelo neurologista V.S.Ramachadran e a sua equipa da Universidade da Califórnia, sobre a existência de uma "área de deus" no cerebro humano. Este centro espiritual incorporado situa-se entre as ligações neurais nos lobos temporais do cérebro. Em scans tirados com topografia através da emissão de positrões, essas áreas neurais iluminam-se sempre que os sujeitos a investigação são expostos a discussões sobre temas espirituais ou religiosos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo, o trabalho do neurologista austríaco Wolf Singer, nos anos 90, sobre o "problema da ligação", mostra que há no cérebro um processo neural com vista a unificar e dar sentido à nossa experiência - um processo neural que literalmente "liga" as nossas experiências. Antes do trabalho de Singer sobre a unificação e oscilações neurais síncronas em todo o cérebro, os neurologistas e cientistas cognitivos só reconheciam duas formas de organização cerebral neural.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma destas formas, as ligações neurais em série, é a base do nosso QI. Os tractos neurais ligados em série permitem que o cérebro siga regras, que pense lógica e racionalmete, passo a passo. Na segunda forma, a rede de organização neural, feixes de mais de cem mil neurónios estão ligados de uma forma acidental a outros feixes maciços. Estas redes são a base do QE, a nossa inteligência ligada à emoção, que reconhece padrões e constrói hábitos.....O trabalho de Singer sobre as oscilações neurais unificadoras oferece a primeira sugestão de uma terceira espécie de pensamento, de um pensamento unificador, acompanhado de um terceiro modo de inteligência, o QEs, que pode lidar com estas questões.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Terceiro, na sequência do trabalho de Singer, o trabalho de Rodolfo Llinas, em meados de 90, sobre o sono e a consciência desperta e a ligação dos factos cognitivos no cérebro, foi muito favorecido pela nova tecnologia MEG (magno-encefalográfica), permitindo estudos em todo o crânio dos campos eléctricos oscilantes do cérebro e dos seus campos magnéticos associados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarto, o neurologista e biólogo antropólogo Terrance Deacon publicou recentemente novos trabalhos sobre as origens da linguagem humana (The Symbolic Species, 1997). Deacon mostra que a linguagem é uma actividade unicamente humana, essencialmente simbólica e centrado no sentido que co-evoluiu com rápido desenvolvimento nos lobos frontais do cérebro. Nem os computadores existentes, nem sequer os macacos mais evoluídos (com raras e limitadas excepções) conseguem usar a linguagem, porque lhes falta a capacidade do lobo frontal para lidar com o sentido. Este livro irá mostrar que todo o programa de investigação de Deacon para a evolução da imaginação simbólica e o seu consequente papel no cérebro e evolução social corrobora a faculdade da inteligência a que chamamos QEs.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Danah Zohar e Ian Marshall &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Inteligência Espiritual&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Leitura sugerida pela &lt;a href="http://poesispublica.blogspot.com/"&gt;Beatriz&lt;/a&gt;, à qual agradeço muito :)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111299591220918202?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111299591220918202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111299591220918202&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111299591220918202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111299591220918202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/inteligncia-espiritual.html' title='Inteligência Espiritual'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111284270207991617</id><published>2005-04-07T02:48:00.000Z</published><updated>2005-04-07T03:00:27.230Z</updated><title type='text'>«Fundamentos para uma Reflexão Ética em Merleau-Ponty»</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Para quem goste de Merleau-Ponty e de António Damásio, deve consultar um excelente artigo do Dr. Jorge Dias &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://metacritica.ulusofona.pt/Fundamentos%20para%20uma%20reflexão%20ética%20em%20Merleau-Ponty.pdf"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; e ler outros igualmente interessantes na &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://metacritica.ulusofona.pt/metacritica_dossier.htm"&gt;&lt;strong&gt;Metacrítica&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"A distinção entre doenças do cérebro e da mente, entre problemas neurológicos e psicológicos ou psiquiátricos, é uma herança cultural infeliz que penetra na sociedade e na medicina e reflecte uma ignorância básica entre o cérebro e a mente. As doenças do cérebro são vistas como tragédias a quem não se pode atribuir culpas, enquanto que as doenças da mente, no comportamento e nas emoções, são vistas como inconveniências sociais nas quais os doentes têm muitas responsabilidades. Aqui, a falta de força de vontade é o problema primário". &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Cfr. António Damásio, &lt;em&gt;O Erro de Descartes&lt;/em&gt;, p.60. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111284270207991617?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://metacritica.ulusofona.pt/Fundamentos%20para%20uma%20reflexão%20ética%20em%20Merleau-Ponty.pdf' title='«Fundamentos para uma Reflexão Ética em Merleau-Ponty»'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111284270207991617/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111284270207991617&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111284270207991617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111284270207991617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/fundamentos-para-uma-reflexo-tica-em.html' title='«Fundamentos para uma Reflexão Ética em Merleau-Ponty»'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111263239926946997</id><published>2005-04-04T16:32:00.000Z</published><updated>2005-04-04T16:33:19.270Z</updated><title type='text'>Psitacismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;1. Perturbação psiquíca que consiste em repetir as palavras sem ter em mente as idéias por elas representadas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. Palavreado inútil verborréia&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Processo de aprendizagem por memorização apenas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111263239926946997?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111263239926946997/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111263239926946997&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111263239926946997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111263239926946997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/04/psitacismo.html' title='Psitacismo'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111229639962748106</id><published>2005-03-31T19:11:00.000Z</published><updated>2005-03-31T19:13:19.630Z</updated><title type='text'>Ciências Cognitivas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Do latim &lt;em&gt;cognitio&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;cognoscere&lt;/em&gt;, «conhecer».&lt;br /&gt;A expressão está no plural porque se refere a saberes recentes, diversos e, ainda agora, mais ou menos fechados. Se agruparmos, apesar de tudo, esses saberes sob uma certa denominação, é porque têm um objecto comum: a cognição, ou seja, a função psíquica que assegura a recolha, o armazenamento, a transformação e o tratamento das informações que recebemos do mundo exterior, e a partir das quais elaboramos o conhecimento do real. Perceber, raciocinar, aprender, lembrar, falar… são actividades que suscitam interrogações e análises desde a Antiguidade.&lt;br /&gt;Durante muito tempo objectos privilegiados da reflexão filosófica, estas actividades deram origem progressivamente a saberes especializados na investigação de uma ou outra de entre elas, ou de uma ou outra das faculdades humanas das quais depende a sua possibilidade: as neurociências (neurologia, neurofisiologia…), a psicologia, a linguística, às quais se acrescenta hoje a informática, que fornece ao estudo dos mecanismos do pensamento o modelo da «inteligência artificial». O projecto de unificação que leva a qualificar de ciências cognitivas o conjunto dos discursos que tentam descobrir as características e condições de possibilidade da faculdade de conhecer, só se baseia no postulado até certo ponto. Novas ligações poderiam ser evidenciadas entre os diferentes suportes e características dessa faculdade, principalmente no que diz respeito à parte de mistério – que continua a cercar a passagem do cerebral ao mental – que poderia ser reduzida. Como é que o cérebro pode produzir pensamento e conhecimento? Eis, no fundo, a questão para a qual as ciências cognitivas ambicionam encontrar um dia uma resposta única. É a amplitude desta ambição que motiva o procedimento unificador de alguns, ao passo que outros duvidam que o conhecimento do cérebro possa alguma vez reunir-se ao das actividades mentais tais como as entendem a filosofia e as ciências humanas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111229639962748106?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111229639962748106/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111229639962748106&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111229639962748106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111229639962748106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/cincias-cognitivas.html' title='Ciências Cognitivas'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111221775812602391</id><published>2005-03-30T20:45:00.000Z</published><updated>2005-03-30T21:34:09.300Z</updated><title type='text'>As Ciências</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Do latim «&lt;em&gt;scietia&lt;/em&gt;», derivado de &lt;em&gt;scire&lt;/em&gt;, «&lt;em&gt;saber&lt;/em&gt;». No seu sentido lato é sinónimo de saber em geral e mesmo de habilidade técnica. Nos gregos &lt;em&gt;epistemé&lt;/em&gt;, é um conhecimento simultaneamente eminente (um saber superior), universal (opõe-se ás particularidades) e teórico (difere das aptidões práticas); para os gregos a Filosofia é essa ciência suprema. Para os modernos é um conhecimento científico positivo (a «&lt;em&gt;ciência experimental&lt;/em&gt;»), que se apoia nos critérios precisos de verificação permitindo uma objectividade dos resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;filosofia das ciências&lt;/strong&gt; (ou &lt;em&gt;&lt;strong&gt;epistemologia&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;) enuncia alguns problemas: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; O problema da demarcação. Como é que reconhecemos que um conhecimento é científico? A resposta mais simples é: na possibilidade de o controlar através de factos pela experimentação. Dispomos então de um critério de distinção entre ciência e não ciência. Por exemplo, a filosofia não seria uma ciência, contrariamente ao que pensavam os Gregos, porque os seus argumentos, mesmo racionais, escapam ao conteúdo experimental.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; A unidade da ciência. Devemos falar da ciência ou das ciências? Existem várias especialidades científicas, a ciência é portanto múltipla nos seus objectos. Mas possui uma unidade de método, sem a qual não poderíamos definir um critério geral que distinga a ciência da não ciência.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; A classificação das ciências. A unidade do método não impede de classificar as ciências segundo o seu objecto; ex: o quadro enciclopédico de August Comte (positivismo). Por outro lado, essa unidade, apenas diz respeito às ciências experimentais. Não existirão outros tipos de ciências?&lt;br /&gt;Podemos efectivamente distinguir 3 tipos de ciências:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;a)&lt;/em&gt; As ciências experimentais ou empíricas. Referem-se a um dado objecto na experiência e validam-se através de controlos experimentais.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;b)&lt;/em&gt; As ciências «formais». São a Matemática e a Lógica, baseadas na dedução a partir de axiomas. Nesta área, não há qualquer necessidade de verificação experimental. Podemos até mesmo discutir aqui o nome de «ciência» visto que, puramente formal, a Matemática e a Lógica não tem objecto exterior à sua construção.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;c)&lt;/em&gt; As ciências humanas (Filosofia, História, Sociologia, psicologia, etc.). O seu estatuto é bastante controverso. Ou consideramos, com o positivismo que, se merecem o nome de ciências, podemos aplicar-lhes os métodos e a linguagem da ciência experimental: reduzem-se então a um caso especial desta última, ao lado das ciências da natureza. Ou pensamos, ao contrário, com o filósofo alemão Dilthey (1833-1911), que há motivos para distinguir entre «ciências da natureza» e «ciências do espírito» e portanto que, em virtude da particularidade do seu objecto (o homem), as ciências humanas dependem de um outro tipo de processo, fundado não sobre a verificação experimental, mas sobre a interpretação das intenções humanas (hermenêutica).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111221775812602391?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111221775812602391/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111221775812602391&amp;isPopup=true' title='20 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111221775812602391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111221775812602391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/as-cincias.html' title='As Ciências'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>20</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111212936390787218</id><published>2005-03-29T19:32:00.000Z</published><updated>2005-03-29T20:49:23.913Z</updated><title type='text'>Fenomenologia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Do grego &lt;em&gt;phainomenom&lt;/em&gt;, «o que se mostra», e &lt;em&gt;logos&lt;/em&gt; «discurso»,«ciência» - Ciência dos Fenómenos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O termo fenomenologia aparece na obra de Jean Lambert em 1734, com o sentido de «doutrina da aparência». É em seguida retomado por Kant e sobretudo por Hegel que publica a &lt;em&gt;Fenomenologia do Espírito&lt;/em&gt; em 1807. Esta última é a história do desenvolvimento progressivo da consciência, desde a simples sensação até à razão universal ou «saber absoluto». Mas foi com Husserl, à beira do séc. XX, que a fenomenologia nasceu verdadeiramente, não tanto como uma escola ligada a uma doutrina ou a um sistema, mas mais como um movimento de pensamento impondo a si próprio a tarefa, sempre renovada, de descrever o que aparece enquanto aparece, graças a um método: o «método fenomenológico».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando a consciência está absorvida na crença das coisas, ingenuamente, ignora a essência do fenómeno (do que nos aparece e não do que se "vê"), e então o método fenomenológico consiste num colocar entre parêntesis, numa suspensão de qualquer crença imediata e ingénua na existência das coisas - a chamada &lt;em&gt;epoké&lt;/em&gt; - que é uma redução ou recondução desse mesmo fenómeno à consciência como à sua fonte de constituição. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A consciência deve desde logo ser compreendida como um puro acto de «se lançar na direcção de», que Husserl nomeia de intencionalidade: "&lt;em&gt;Qualquer consciência é consciente de alguma coisa&lt;/em&gt;". A redução é dita transcendental (do latim &lt;em&gt;transcendere&lt;/em&gt; «passar para além», e que independentemente de qualquer experiência torna possível qualquer conhecimento), porque desvela a consciência, e sem isso os fenómenos não teriam qualquer sentido nem qualquer ser.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Husserl (1859 -1938), deixou como discípulos Heidegger, Merleau-Ponty e Max Scheler. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111212936390787218?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111212936390787218/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111212936390787218&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111212936390787218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111212936390787218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/fenomenologia.html' title='Fenomenologia'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111206425004288707</id><published>2005-03-29T02:04:00.001Z</published><updated>2005-03-29T02:53:02.790Z</updated><title type='text'>Ideias</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Num debate ou explanação como é que se devem trocar ideias, pressupondo que não hajam verdades absolutas, mas sim algumas certezas científicas bem como outras teorias explicativas a considerar?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No caso do assunto ser rotineiro, fútil ou mesmo banal, a opinião (&lt;em&gt;doxa&lt;/em&gt;) serve sempre para percebermos que somos todos diferentes, ou seja, não passando da mera opinião o máximo que podemos conseguir é a simpatia de alguns e a antipatia de outros, o que ultrapassando o plano pessoal não leva a mais nada sem ser o prazer duma conversa leve. A &lt;em&gt;doxata&lt;/em&gt; só serve para marcar ponto e fazer conversa. Aqui não há grande exigência ou rigor na conversa. "Ganha" em caso de disputa, claro, o melhor orador. Quando não há disputa, "ganha" o mais simpático. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No caso do assunto ser sério e merecer mais esforço de reflexão, deveremos, se queremos esclarecer alguém, elevar o tom do discurso apelando e recorrendo a teorias explicativas e/ou científicas, como "bengalas" (como já vi chamarem)? Ou manter a opinião (&lt;em&gt;doxa&lt;/em&gt;) esperando credibilidade sem argumentos? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;É preciso não confundir o respeito que se deve ter pelo outro em toda a sua igualdade e individualidade - enquanto ser humano e pessoa com direitos - com as suas opiniões. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Todos erramos, mas nem todos sabemos reconhecê-lo. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111206425004288707?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111206425004288707/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111206425004288707&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111206425004288707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111206425004288707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/ideias.html' title='Ideias'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111187358213029959</id><published>2005-03-26T20:44:00.000-01:00</published><updated>2005-03-26T20:46:22.133-01:00</updated><title type='text'>O Espaço Público</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vê-se que o espaço público falta cruelmente em Portugal. Quando há diálogo, nunca ou raramente ultrapassa as «opiniões» dos dois sujeitos bem personalizados (cara, nome, estatuto social) que se criticam mutuamente através das crónicas nos jornais respectivos (ou no mesmo jornal).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O «debate» é necessariamente «fulanizado», o que significa que a personalidade social dos interlocutores entra como uma mais-valia de sentido e de verdade no seu discurso. É uma espécie de argumento de autoridade invisível que pesa na discussão: se é X que o diz, com a sua inteligência, a sua cultura, o seu prestígio (de economista, de sociólogo, de catedrático, etc.), então as suas palavras enchem-se de uma força que não teriam se tivessem sido escritas por um x qualquer, desconhecido de todos. Mais: a condição de legitimação de um discurso é a sua passagem pelo plano do prestígio mediático - que, longe de dissolver o sujeito, o reforça e o enquista numa imagem «em carne e osso», subjectivando-o como o melhor, o mais competente, o que realmente merece estar no palco do mundo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;José Gil&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;'Portugal Hoje - O Medo de Existir'&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111187358213029959?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111187358213029959/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111187358213029959&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111187358213029959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111187358213029959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/o-espao-pblico.html' title='O Espaço Público'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111164289011588512</id><published>2005-03-24T04:10:00.000-01:00</published><updated>2005-03-24T04:43:06.196-01:00</updated><title type='text'>A Culpa dos Males que nos Acontecem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em todos os males que nos acontecem, olhamos mais para a intenção do que para o efeito. Uma telha que cai de um telhado pode ferir-nos mais, mas não nos desola tanto como uma pedra atirada de propósito por uma mão maldosa. O golpe, por vezes, falha mas a intenção nunca erra o alvo. A dor física é a que menos se sente nos ataques da sorte e, quando os infortunados não sabem a quem culpar pelas suas infelicidades, culpam o destino, que personificam e ao qual atribuem olhos e uma inteligência disposta a atormentá-los intencionalmente.&lt;br /&gt;É o caso de um jogador que, irritado com as suas perdas, se enfurece sem saber contra quem. Imagina que a sorte se encarniça intencionalmente para o atormentar e, encontrando alimento para a sua cólera, excita-se e enfurece-se contra um inimigo que ele próprio criou. O homem sábio, que em todas as infelicidades que lhe acontecem só vê golpes da fatalidade cega, não tem essas agitações insensatas; grita na sua dor, mas sem exaltação, sem cólera; do mal que o atinge só sente os ataques materiais, e os golpes que recebe podem ferir a sua pessoa, mas nenhum atinge o seu coração. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jean-Jacques Rousseau&lt;em&gt;, in 'Os Devaneios do Caminhante Solitário'&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111164289011588512?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111164289011588512/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111164289011588512&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111164289011588512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111164289011588512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/culpa-dos-males-que-nos-acontecem.html' title='A Culpa dos Males que nos Acontecem'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111146021199638760</id><published>2005-03-22T00:58:00.000-01:00</published><updated>2005-03-22T01:56:51.996-01:00</updated><title type='text'>Picadelas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Mente-se por tudo e por nada. Mente-se para não incomodar nem afligir, para não se ser demasiado agressivo ou brutal, para não se dar má impressão, para não humilhar o outro; mente-se até para se ser simpático e corresponder ao que o outro ou a situação propiciam. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Notícias Magazine (DN) 2005.01.02&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Continuamos a depositar no que se passa fora de nós expectativas enormes e a depreciar o que, bem instruídos e dentro de nós, podemos fazer com o que nos incomoda. Esta externalização excessiva, este quase vício de culpar alguém, penhora o futuro, obedece a uma trama, criteriosa e deliberada, de nos sentirmos sempre pequenos e desamparados, dependentes dos outros. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Notícias Magazine (DN) 2005.01.16 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111146021199638760?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111146021199638760/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111146021199638760&amp;isPopup=true' title='36 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111146021199638760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111146021199638760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/picadelas.html' title='Picadelas'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>36</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111125741991082043</id><published>2005-03-19T17:25:00.000-01:00</published><updated>2005-03-19T17:36:59.913-01:00</updated><title type='text'>A Moralidade que Liberta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A evolução da humanidade produz a substituição dos instintos e dos impulsos por uma vontade que procura a justiça, por uma vontade que se quer livre e que procura o bem. Por isso é que o direito, fruto da razão, só existe na sociedade humana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O progresso e o desenvolvimento das sociedades e da vida humana, são fruto do espírito que, consciente do seu próprio fim, procura a justiça e o bem. A evolução mede-se pela virtude moral, porém, a existência, por si só, do direito é algo meramente formal, pois o seu valor reside no grau de aprofundamento das consciências individuais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;À medida que a consciência moral se aprofunda, as acções não são feitas por mero dever mas são guiadas por um querer profundo e íntimo da própria vontade. Não se trata de um mero respeito pela lei, nem de estar apenas em conformidade com ela, mas do querer fazer íntimo que resulta da sua vontade própria. Deste modo, a lei moral perde o carácter de obrigação e transforma-se em puro querer, pura liberdade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111125741991082043?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111125741991082043/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111125741991082043&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111125741991082043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111125741991082043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/moralidade-que-liberta.html' title='A Moralidade que Liberta'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111102104281986798</id><published>2005-03-16T23:53:00.000-01:00</published><updated>2005-03-16T23:57:22.820-01:00</updated><title type='text'>Filosofia Prática</title><content type='html'>&lt;em&gt;Ser filósofo não é apenas ter ideias subtis, nem mesmo fundar uma escola... É resolver alguns dos problemas da vida, mas em termos práticos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Henry David Thoureau&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Praticar a Filosofia é sondar o temperamento pessoal mas é também, e simultaneamente, uma tentativa de descoberta da verdade.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Iris Murdoch&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111102104281986798?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111102104281986798/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111102104281986798&amp;isPopup=true' title='35 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111102104281986798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111102104281986798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/filosofia-prtica.html' title='Filosofia Prática'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>35</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111082594612119696</id><published>2005-03-14T17:43:00.000-01:00</published><updated>2005-03-14T17:45:46.123-01:00</updated><title type='text'>Insiste Em Ti Mesmo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Insiste em ti mesmo; nunca imites. A todo o momento, podes exibir o teu próprio dom com a força cumulativa de toda uma vida de estudo; mas do talento imitado de outro tens apenas posse parcial e momentânea. Aquilo que cada um sabe fazer de melhor só pode ser ensinado por quem o faz. Ninguém sabe ainda o que seja, nem o pode saber, enquanto essa pessoa não o demonstrar. Onde está o mestre que pudesse ter ensinado Shakespeare? Onde está o mestre que pudesse ter instruído Franklin, ou Washington, ou Bacon, ou Newton? Todo o grande homem é único. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ralph Waldo Emerson&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;'Essays'&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111082594612119696?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111082594612119696/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111082594612119696&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111082594612119696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111082594612119696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/insiste-em-ti-mesmo.html' title='Insiste Em Ti Mesmo'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111082582619432283</id><published>2005-03-14T17:29:00.000-01:00</published><updated>2005-03-14T17:46:12.286-01:00</updated><title type='text'>Tornamo-nos Mais Objetivos Depois de Reconhecermos a Nossa Subjectividade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Toda a arte da psicologia ou da ciência da psicologia, se lhe quisermos chamar assim, é baseada numa inversão do processo de objectividade. Não que não possamos tornar-nos objectivos, mas que apenas possamos tornar-nos objectivos depois de termos confrontado as nossas atitudes não objectivas, as nossas atitudes não racionais. Atingir uma objectividade honesta significa termos de saber quais os pontos da nossa natureza que são propensos a determinado preconceito, que parte de nós é defensiva, que parte de nós distorce o que ouvimos. E é necessária uma tremenda auto-honestidade para começar a remover essas distorções e a clarificar a nossa visão. De modo que só podemos atingir a objectividade depois de termos descoberto quais as áreas da nossa psique que não são objectivas.&lt;br /&gt;Além disso, o reconhecimento básico da psicologia é que, lá bem no íntimo, a maior parte da nossa vida é desconhecida da mente consciente e que, quanto mais nos tornamos consciente dela, mais honestos e mais objectivos nos podemos tornar. Nós não vemos os outros com clareza, e o que obscurece a nossa visão são os preconceitos que a pessoa supostamente objectiva se recusa a reconhecer. Uma pessoa objectiva diria que não é responsável pela guerra, mas uma pessoa que sabe psicologia sabe que cada um de nós é responsável porque cada um de nós tem sempre uma área de hostilidade, que depois é projectada para hostilidades colectivas mais vastas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Anais Nin&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;'Fala Uma Mulher'&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111082582619432283?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111082582619432283/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111082582619432283&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111082582619432283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111082582619432283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/tornamo-nos-mais-objetivos-depois-de.html' title='Tornamo-nos Mais Objetivos Depois de Reconhecermos a Nossa Subjectividade'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111073381115345912</id><published>2005-03-13T15:57:00.000-01:00</published><updated>2005-03-13T16:10:11.153-01:00</updated><title type='text'>Abrangência Literária</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Lembremo-nos que a literatura, porque se dirige ao coração, à inteligência, à imaginação e até aos sentidos, toma o homem por todos os lados; toca por isso em todos os interesses, todas as ideias, todos os sentimentos; influi no indivíduo como na sociedade, na família como na praça pública; dispõe os espíritos; determina certas correntes de opinião; combate ou abre caminho a certas tendências; e não é muito dizer que é ela quem prepara o berço aonde se há-de receber esse misterioso filho do tempo - o futuro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Antero de Quental&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;'Prosas da Época de Coimbra'&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111073381115345912?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111073381115345912/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111073381115345912&amp;isPopup=true' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111073381115345912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111073381115345912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/abrangncia-literria.html' title='Abrangência Literária'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9382925.post-111073270191985040</id><published>2005-03-13T15:49:00.000-01:00</published><updated>2005-03-13T15:51:41.920-01:00</updated><title type='text'>Influências</title><content type='html'>&lt;em&gt;O ambiente e as pessoas que nos cercam são, definitivamente, aquilo que mais influencia o optimismo ou o pessimismo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Inês Menezes, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Xis&lt;/strong&gt; (Público)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9382925-111073270191985040?l=marketingaxiologico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/feeds/111073270191985040/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9382925&amp;postID=111073270191985040&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111073270191985040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9382925/posts/default/111073270191985040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingaxiologico.blogspot.com/2005/03/influncias.html' title='Influências'/><author><name>RD</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10553270053568081812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
